Morte da cultura

Um mês depois, Bolsonaro nomeia novo secretário da “anti-cultura”

Bolsonaro ataca a cultura novamente nomeando o ator Mario Frias, para secretário da cultura, após saída de Regina Duarte. Dando continuidade ao seu plano de destruir o setor.

Nomeado secretário da cultura por Bolsonaro, o ator Mario Frias, fecha nesta quinta feira o cargo, assumindo após exoneração da atriz Regina Duarte que ocupava a mesma função por pouco mais de dois meses . Cargo esse, que já estava sem secretário há mais de um mês, mostrando assim que presidente fascista está disposto a destruir a cultura, da mesma forma que ele está fazendo com todo o País e mesmo com toda a crise que ele vem passando no governo. Como, segundo um auxiliar direto de Bolsonaro afirmou: “Queiroz não é problema do presidente”. Na nomeação, que sairá no Diário Oficial da União, trará a exoneração de também de Abraham Wenitraub, que será substituído por Antônio Paulo Vogel.

Tanto Regina Duarte quanto Mario Frias são instrumentos do governo golpista para destruir a cultura no país, pois estão alinhados com as ideias e teorias do presidente, não fazendo diferença nenhuma entre eles, pois os dois são bolsonaristas e estão lá para praticar a política da direita, já que seus interesses também são os mesmo do governo que defende a burguesia, afinal, não poderia ser diferente. A ex-atriz global ainda foi designada depois para assumir a Cinemateca com sede em São Paulo, mostrando ainda mais o quanto este governo está disposto a destruir todos os setores, incluindo a cultura.

A relação que Mario Frias tem com a cultura é muito superficial, mesmo que seu trabalho como ator o tenha feito alguém com parte desse setor, o que de alguma maneira é verdade. Mas para assumir esse cargo ele precisa fazer aquilo que é de interesse da burguesia, ou seja, destruir a cultura no país, já que a arte nunca foi algo de importante para os golpistas.

O  novo secretário da Cultura defende todas as pautas bolsonaristas, como o uso da cloroquina para tratar o corona vírus, criticar Moro e questionar o STF, falando pouco de como vai atuar na secretaria, mostrando para que veio. Sempre em defesa de Bolsonaro, ele faz críticas aos protestos antifascistas, participa de atos coxinhas em Copacabana e posta um vídeo da marcha antifascista organizada por torcidas organizadas de São Paulo e as classificou como “crime organizado” e fez campanhas para que os grupos sejam considerados terroristas. Muito “bolsonarismo” e nada de cultura, como já era de se esperar.

A secretaria da cultura existe na verdade para atacar a própria cultura, pois todos os órgãos do sistema estão aí para trabalhar para a burguesia e contra o povo, Então com a Secretaria de Cultura também não poderia ser diferente, pois seus ministros e secretários estão fazendo o trabalho que começou com o golpe de 2016 que por último vai acabar com todos o setor público, a fim de entrega-los ao sistema privado, a burguesia.

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