Marcelo Marcelino
Membro Auditoria Cidadã da Dívida Pública (ACD) nacional, sociólogo, economista e cientista político, pesquisador do Núcleo de Estudos Paranaenses - análise sociológica das famílias históricas da classe dominante do Brasil e membro do Partido da Causa Operária - Curitiba.
“Após pouco mais de 40 anos da criação da Petrobrás, o governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) declarou a ideia de sepultar a denominada ‘Era Vargas'”
Um “inocente” professor da USP como o último presidente do Banco Central na ditadura escondia na aparência suas ligações com o imperialismo
Instituições “chave” estratégicas da soberania e do desenvolvimento nacional
O presente artigo procura elucidar o fenômeno do poder político e econômico a partir da explicação sociológica que envolve as famílias históricas da classe dominante
A esquerda pequeno burguesa adotou a conciliação de classes com maior ênfase desde a posse do presidente Lula em 2003 e não acorda do seu sono profundo, onde Marx está morto
Da série “os presidentes do Banco Central do Brasil, capachos da ditadura militar e do imperialismo”
Estamos falando agora, de mais um tecnocrata do Banco Central, que através de fundações e universidades americanas estabelece o vínculo entre o Brasil e os Estados Unidos
O imperialismo do mercado financeiro investe pesadamente nos seus representantes em conluio com a ditadura na década de 1970
Mais um membro da classe dominante no controle estratégico do Banco Central no governo militar
“As crises agudas de superprodução são ainda mais nítidas na fase da globalização econômica e financeira do imperialismo”
Os tecnocratas das instituições estratégicas da economia política estão a serviço da ditadura e do imperialismo desde sempre
Essa coluna é apenas um aperitivo em termos de demonstração de como as imbricações de ordem familiar alteram as configurações das carreiras políticas dos indivíduos
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