Marcelo Marcelino
Membro Auditoria Cidadã da Dívida Pública (ACD) nacional, sociólogo, economista e cientista político, pesquisador do Núcleo de Estudos Paranaenses - análise sociológica das famílias históricas da classe dominante do Brasil e membro do Partido da Causa Operária - Curitiba.
A própria Constituição de 1988 abriu uma brecha para a promoção da roubo do orçamento público em benefício dos banqueiros e especuladores
O imperialismo do mercado financeiro investe pesadamente nos seus representantes em conluio com a ditadura na década de 1970
Estamos falando agora, de mais um tecnocrata do Banco Central, que através de fundações e universidades americanas estabelece o vínculo entre o Brasil e os Estados Unidos
Mais um membro da classe dominante no controle estratégico do Banco Central no governo militar
O presente artigo procura elucidar o fenômeno do poder político e econômico a partir da explicação sociológica que envolve as famílias históricas da classe dominante
Os tecnocratas das instituições estratégicas da economia política estão a serviço da ditadura e do imperialismo desde sempre
Tesouro Nacional e Banco Central: as instituições nacionais a serviço do imperialismo e da burguesia nacional contra o povo
Essa coluna é apenas um aperitivo em termos de demonstração de como as imbricações de ordem familiar alteram as configurações das carreiras políticas dos indivíduos
“Após pouco mais de 40 anos da criação da Petrobrás, o governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) declarou a ideia de sepultar a denominada ‘Era Vargas'”
Um “inocente” professor da USP como o último presidente do Banco Central na ditadura escondia na aparência suas ligações com o imperialismo
Instituições “chave” estratégicas da soberania e do desenvolvimento nacional
O presente artigo procura elucidar o fenômeno do poder político e econômico a partir da explicação sociológica que envolve as famílias históricas da classe dominante
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