Hélio Rocha
Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2013). Atualmente é repórter de meio ambiente e direitos sociais em Plurale em Revista e correspondente em Pequim.
“Nesse meio tempo, o escritor nos oferece duas linhas de leitura: uma, com início meio e fim, contando diretamente a história”
Lumumba, primeiro-ministro do Congo e principal líder do movimento, dava o nome da projetada nação pan-africana de Estados Unidos da África
“As histórias que nos chegam sobre Joana d’Arc, sobre os cruzados, Rei Ricardo “Coração de Leão”, São Tomás de Aquino, seguramente nos chegam idealizadas”
“Nesse meio tempo, o escritor nos oferece duas linhas de leitura: uma, com início meio e fim, contando diretamente a história”
“O diretor deste filme é conhecido por promover histórias de sofrimento e com ares de grotesco”
“Um dos fenômenos mais interessantes a se discutir é o dos filmes bíblicos dos anos 1950”
A fotografia de Masanobu Takayanagi é de cair o queixo: tons azulados, luz difusa, interiores à vela, cada quadro parece uma pintura
“Um dos fenômenos mais interessantes a se discutir é o dos filmes bíblicos dos anos 1950”
Com design ousado, capa dura e mais de 250 páginas em preto e branco, o livro aposta em um estilo maduro, cinematográfico, sem concessões à infantilização ou ao didatismo
Cenário é mostrado pelo documentário American Factory (2019), dirigido por Julia Reichert e Steven Bognar, premiado com o Oscar de Melhor Documentário na cerimônia de 2020
Violência e a sugestão de um passado miserável parecem querer explicar o inominável: por que alguém riria diante da dor? Por que o caos seduz mais do que o sentido?
É um filme sobre escuta — mas, antes disso, sobre o erro de não saber escutar
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