Jovens do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Levante Popular da Juventude realizaram nesta quinta-feira (13) uma manifestação diante da Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília.
A atividade fez parte da 17ª Jornada Nacional da Juventude Sem Terra.
Os manifestantes denunciaram as guerras conduzidas ou financiadas pelos Estados Unidos, os bloqueios econômicos impostos por Washington e o enorme peso da indústria norte-americana de armamentos.
Cartazes levados ao ato relacionaram diretamente a fabricação de armas nos Estados Unidos às guerras, à fome e à destruição provocadas em diversos países.
Os organizadores lembraram que os EUA respondem por uma parcela gigantesca das exportações internacionais de grandes armamentos. O país vende armas aos seus aliados, abastece guerras e utiliza seu próprio Exército para impor os interesses do imperialismo em praticamente todas as regiões do mundo.
A manifestação denunciou também o apoio militar norte-americano ao Estado sionista na guerra contra o povo palestino.
Na América Latina, Washington possui uma longa história de golpes, bloqueios, intervenções e operações para controlar governos e impedir qualquer experiência que ameace seus interesses econômicos.
A Jornada deste ano também reivindica a luta da Revolução Cubana contra a dominação norte-americana, no ano do centenário de Fidel Castro.
Realizar uma manifestação diante da embaixada dos Estados Unidos possui, nesse sentido, um significado preciso: apontar o imperialismo norte-americano como inimigo dos trabalhadores e dos povos oprimidos.





