O artigo Governo Lula avança com dragagem no rio Tapajós sem licenciamento ambiental e sem consulta prévia, publicado no nesta quarta-feira (28) no sítio Opinião Socialista, ligado ao PSTU, é um exemplo acabado de uma “esquerda” que luta pelo atraso, não pelo desenvolvimento humano.
No primeiro parágrafo está escrito que “povos indígenas e organizações ambientais e sociais denunciam que o governo Lula vem implementando dragagem no rio Tapajós, no estado do Pará, sem licenciamento ambiental e sem consulta prévia a povos indígenas, ribeirinhos e comunidades tradicionais, que questionam o governo federal e estão realizando mobilizações para barrar esse projeto de privatização das hidrovias”, no entanto, é preciso prestar atenção nas ONGs. – grifo nosso.
Existem vários milhares de organizações na Amazônia financiadas com capital estrangeiro que fingem proteger a natureza, mas seu único propósito é impedir que o povo brasileiro tenha acesso as suas próprias riquezas.
Essas ONGs, que também financiam alguns partidos de esquerda, manipulam e enganam indígenas fazendo-os lutar contra a modernização e a chegada de recursos como a eletricidade e acesso à internet.
Com meios de transporte mais avançados, as comunidades ribeirinhas poderiam receber remédios, atendimento médico e produtos mais variados. Vivendo no isolamento, muitas pessoas padecem de doenças e não conseguem tratamento.
Embora o PSTU diga que o governo permita obras sem consultar a população, esse partido também nunca perguntou se essas pessoas querem viver eternamente no atraso e sem acesso a nada.
Debate enviesado
O PSTU denuncia que “em agosto do ano passado, o presidente Lula (PT) assinou o Decreto nº 12.600, que inclui as hidrovias dos rios Tapajós e Tocantins, no Pará, e do Madeira, entre Amazonas e Rondônia, no Programa Nacional de Desestatização (PND)”, e que “o plano prevê a entrega de mais de 3 mil quilômetros de rios amazônicos ao setor privado, com o objetivo de ampliar o transporte de soja, minérios e outras commodities”.
É preciso separar a discussão. Eventuais críticas ao governo, se estão fazendo uma privatização disfarçada etc., não podem frear a necessidade da ampliação de meios de transporte e de sua modernização. Esses grupos que se dizem preocupados com o meio ambiente deveriam saber que quanto mais eficientes, menos combustível se faz necessário para transportar mercadorias.
Quem se opõe a asfaltamento de estradas ou uso de navegação fluvial, está prejudicando a natureza.
Segundo o artigo, trechos dos rios Tapajós, Tocantins e Madeira servirão como hidrovias. E que “esses trechos atravessam unidades de conservação, territórios quilombolas, ribeirinhos e indígenas, o que acende o alerta de impactos diretos em comunidades tradicionais e no ecossistema local”.
A integração dessas comunidades produzirá impacto, pois é inevitável. A presença dessas ONGs estrangeiras produzem impactos, porém negativos. Com a modernização, o impacto será positivo no sentido de que acabará com o isolamento dessas pessoas que vivem privadas de inúmeros benefícios.
Recentemente, no curso sobre O Capital, ministrado por Rui Costa Pimenta, presidente nacional do PCO, na Universidade Marxista, os integrantes das etnias guarani-caiouá e cadiuéu, que estiveram presentes, todos utilizavam celulares. Com esses aparelhos, podem se comunicar com seus parentes, com integrantes de outros territórios.
Com os celulares é possível filmar e denunciar a ação de pistoleiros a mando de latifundiários, a incursão ilegal da polícia em suas terras. O isolamento apenas os torna mais frágeis e expostos à violência do latifúndio e o Estado.
Dragagem
A “denúncia” do PSTU fica centrada basicamente na questão da dragagem dos rios, mas isso é necessário para que a navegação se torne mais segura. Com a calha muito baixa, o risco de encalhe das embarcações é alto.
Alegam que “são previstos 250 quilômetros de dragagem entre Santarém e Itaituba, onde vivem vários povos indígenas da região do Tapajós. E isso causa danos irreversíveis à população e principalmente a violação do direito à consulta. Os impactos trazem muitos prejuízos para a população, para o rio, para os peixes, para a vida aquática”.
Isso que foi dito acima não é necessariamente verdade. A remoção em processos de dragagem, quando feita para desassorear o rio, os sedimentos são mecanicamente removidos, por meio de equipamentos especializados. Os sedimentos geralmente são dragados e transferidos para terra firme, onde são secos e, em seguida, podem ser utilizados em obras civis (aterros), na recuperação de áreas degradadas ou descartados em locais apropriados.
Há ainda outra opção, o reaproveitamento no ecossistema: em casos de remoção de barragens, os sedimentos acumulados ao longo de anos são liberados e o rio naturalmente os transporta rio abaixo, depositando-os novamente em planícies de inundação ou enviando-os para a costa, o que é crucial para a “engorda” natural de praias e revitalização de ecossistemas costeiros.
O alarde que o PSTU faz, como se se tratasse do fim do mundo, serve apenas para gerar confusão e impedir o desenvolvimento.
Expulsão das ONGs
O governo brasileiro deveria expulsar as ONGs estrangeiras do território brasileiro. Muitos países já estão tomando essas medidas. Essas organizações são financiadas pelo imperialismo, muitas com dinheiro da CIA camuflado em fundações como a Ford, Opens Society etc.
Além de enganar populações isoladas, as ONGs também estão infiltradas em diversos partidos de esquerda e os corrompe.
A luta pela conservação da natureza é uma fraude, o que querem é que ninguém toque na Amazônia até que o imperialismo possa vir e pegar tudo de graça.
Embora o artigo fale mais das hidrovias, também reclama de hidrelétricas e portos. Ou seja, não pode nada.
Trata-se de uma política criminosa que condena dezenas de milhões de brasileiros a viverem no atraso absoluto.
Já passou da hora de expulsarmos essas entidades do imperialismo disfarçadas de protetoras da natureza, ou o que seja.
Chega de ingerência estrangeira em solo brasileiro.




