Professores da rede estadual de São Paulo realizaram, no último dia 23, Ato contra os pesados ataques do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), que instalou caos e ditadura nas escolas, massacrando milhares de docentes.
A situação se agravou no atual processo de atribuição de aulas (ano letivo de 2026), afetando efetivos, estáveis, categorias O, PEIs e escolas regulares. O ataque na classificação é revoltante: impuseram uma avaliação de desempenho absurda e ilegal, priorizando-a sobre tempo de serviço e formação acadêmica. O “farol” punitivo (amarelo ou vermelho) anula anos de dedicação. Professores efetivos são retirados de suas sedes e os contratados são demitidos. Essa política de privatização destrói o ensino público, focando apenas em índices para propaganda.
Para deter essa destruição e os ataques, É PRECISO UNIFICAR E LUTAR! A única resposta é a GREVE, paralisando todas as escolas e ocupando as ruas. É urgente superar as vacilações da direção sindical.
É preciso ir para cima do governo para revogar todos os ataques e a avaliação punitiva; garantir atribuições presenciais, baseadas na experiência e sob controle da categoria (via Sindicato); valorização de verdade: pagamento imediato do piso de R$5.130 como salário-base; reajuste de 100% das perdas e piso de R$8 mil; estabilidade para todos, nenhum professor sem aulas e máximo de 25 alunos por sala.
Parar as escolas e exigir o cancelamento do atual processo de atribuições. Formar comandos de greve em todas as regiões para um grande enfrentamento contra o governo.
Formar comandos de greve em todas as regiões para realizar um grande enfrentamento contra o governo reacionário e sua política anti-educacional e de massacre dos professores.




