A Resistência Islâmica do Barém declarou, na quinta-feira (29), que ameaças dos Estados Unidos contra o líder da Revolução Islâmica do Irã, Saied Ali Khamenei, representam uma “escalada altamente perigosa”. Em nota, o grupo afirmou que qualquer ataque à “posição” do dirigente e ao que ele representa como símbolo religioso e político para a nação islâmica teria “sérias repercussões”.
O comunicado também advertiu contra políticas de escalada e “aventuras imprudentes”, acrescentando que qualquer envolvimento regional nessas iniciativas atribuiria responsabilidade direta às partes envolvidas. A declaração ocorre em meio ao aumento de tensões na região, com ameaças dos Estados Unidos de uma agressão direta contra o país persa.
Ao mesmo tempo, o secretário-geral do Hesbolá, xeique Naim Qassem, afirmou que o partido “não pode permanecer em silêncio” diante de ameaças contra Khamenei e que “é um dever enfrentar essa ameaça por todos os meios”. Qassem disse ainda que qualquer dano ao líder iraniano equivaleria ao “assassinato da estabilidade” na região e no mundo.
O secretário-geral do Cataebe Hesbolá, Abu Hussein al-Hamidawi, também fez um chamado para que combatentes se preparem para uma “guerra abrangente” em apoio ao Irã. No dia 18, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian advertiu que agressões contra Khamenei seriam tratadas como guerra total contra a nação iraniana.





