O dirigente estadual do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM) no Rio de Janeiro, Wilson, morador da Ocupação Manuel Congo, enfrenta um câncer e segue na espera para iniciar o tratamento pelo SUS. A situação foi divulgada por militantes do movimento, por meio de publicação no Instagram, que relatam uma fila que se arrasta há seis meses.
Conforme dados de 2025 citados no informe, cerca de 44% das pessoas diagnosticadas com câncer no Rio de Janeiro não iniciam o tratamento dentro do prazo legal de 60 dias.
A demora, além de ilegal, agrava o quadro de saúde, intensifica o sofrimento e amplia a insegurança das famílias. No comunicado, militantes também manifestaram solidariedade ao dirigente e cobraram que o atendimento seja iniciado.


