Acordo entre Cuba e Venezuela celebra solidariedade armada contra o imperialismo. Em 19 de janeiro foram oficialmente declarados em acordo como “Heróis e Mártires da nação” os 32 combatentes cubanos que morreram no dia 3 de janeiro após agressão terrorista e colonial do imperialismo norte-americano. O ataque é mais uma flagrante ação do imperialismo no sentido de aumentar a agressão global. Pedro Infante, primeiro vice-presidente do Parlamento Venezuelano, destaca superioridade moral infinita dos mártires que diante do poderio militar do império não fraquejaram e enfrentaram o seu inimigo. Mais de 80 mortos e 112 feridos entre civis e militares foram contabilizados. A ação do grupo terrorista Delta Force capturou Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores.
A ALBA-TCP (Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América – Tratado de Comércio para os Povos) enviou solidariedade às famílias e afirmou que o sacrifício dos mártires guiarão as lutas futuras.
Em Cuba, o embaixador Jorge Luis Mayo Fernández recebeu o acordo em nome do povo cubano e ressaltou compromisso inabalável de Cuba contra o maior inimigo da classe operária, o imperialismo.
Nas ruas cubanas, no dia 16 de janeiro, na Tribuna Antiimperialista José Martí, o presidente Miguel Díaz-Canel destacou a “unidade do povo cubano” e declarou: “Ao império que nos ameaça, dizemos: Cuba, somos milhões!”. Frente às pressões externas, renovou o compromisso internacionalista da Ilha. Com mobilização de mais de 500 mil pessoas, o povo cubano marchou em nome do povo combatente, reforçando os mais de 25 anos de solidariedade e compartilhamento de ideias e esforços em prol de um mundo melhor.
Vale lembrar o gesto de ajuda humanitária venezuelana na pandemia que forneceu oxigênio para o Brasil. Bem como a solidariedade cubana em fornecer médicos e suporte em saúde para todas as nações que precisaram.
No mundo, diversas nações que se opõem à dominação imperialista declararam apoio à nação venezuelana – Rússia e Coreia do Norte; e também o Eixo da Resistência (Irã, Iêmen, Hamas, Hesbolá).
A Venezuela, apesar dessa perda importante do seu presidente, que foi sequestrado pelo imperialismo, mantém o sistema político intacto, ou seja, mantém-se vivo o programa político chavista. Esse fato foi comprovado pelas declarações das petroleiras que garantem domínio chavista, com o correspondente desinteresse das petroleiras, como a Exxon-Mobil, norte-americana, que declarou não tem intenção em investir na Venezuela, pois não sente segurança.





