Jogos no acampamento da AJR

Participantes jogam futebol na Universidade de Férias

Times se enfrentaram em partidas disputadas, com destaque para integração, lazer e trabalho em equipe entre participantes de diversas idades e regiões

Times se enfrentaram em partidas disputadas, com destaque para integração, lazer e coletividade entre participantes de diversas idades e regiões

No 11° dia da 54ª Universidade de Férias do Partido da Causa Operária (PCO), realizada no hotel-fazenda Estância Primavera, em Sorocaba (SP), o campo de futebol foi palco de dois jogos amistosos que reuniram participantes do acampamento. As partidas, divididas por cores (amarelo, verde, branco e vermelho), marcaram o dia com muita disposição, gols e, sobretudo, o espírito de confraternização que caracteriza o acampamento.

Houve dois confrontos: time verde (camisa verde, short preto) contra time amarelo (camisa e short amarelos), e time branco contra time vermelho. No jogo entre verde e amarelo, o placar terminou 8 a 3 para o time verde, que levou a melhor apesar da boa atuação inicial do adversário. O time amarelo contou com a participação de Luiz Fernando, índio da etnia Cadiuéu, de 42 anos, do Mato Grosso do Sul. Ele integrou o elenco que vestia amarelo e marcou pelo menos um gol. “No meu ponto de vista, eu joguei bem, porque fiz um gol pelo menos. No início, no primeiro tempo, jogaram bem, depois foram desfocando. O pessoal começou a cansar um pouquinho”, relatou Luiz Fernando. Ele destacou a energia dos companheiros: “Senti muita energia dos companheiros de outros estados. Muito legal isso. Importante”.

Luiz avaliou positivamente o impacto da atividade. “A importância é a interação entre as pessoas. Traz mais união, coletividade, parceria, amizade, companheirismo e saúde em primeiro lugar”. Para ele, os objetivos foram atingidos: “Sim, porque cada um jogou ali, cada um se esforçou, todos participaram. Deu pra se divertir bem, com certeza. Foi muita alegria e felicidade entre nós”.

No outro duelo, o time branco superou o vermelho por 6 a 1. Márcio, de 47 anos, goleiro do time branco, celebrou o resultado. “Nós levamos apenas um gol. Fizemos seis. Foi bom. O pessoal jogou tranquilo, com calma. Foi bem-educado. Não foi com desespero pra cima da bola, porque ninguém aqui tinha nada o que ganhar. Foi uma brincadeira”. Ele elogiou o revezamento: “Nosso time tinha três reservas, então deu para fazer vários revezamentos e deixou o time sempre tranquilo sem cansar ninguém”.

O time vermelho contou com a participação do presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, que atuou na zaga. Márcio comentou: “O Rui jogou bem. Na idade do Rui, né? Ele jogou na zaga e sempre a bola chegava até ele, tocava calmamente para o outro jogador da frente. Imagina quantos anos ele tem. Tem muito tempo para ele jogar futebol”. Daoud, de 23 anos, do time vermelho, confirmou: “O Rui era do time vermelho”. Ele descreveu sua atuação: “Primeiro momento do jogo sim. Eu estava jogando mais pra frente, sou mais de correr. Mas aí comecei a passar um pouco porque sou um pouco hipoglicêmico, fiquei mais recuado, jogando como zagueiro”. Daoud enfatizou o caráter recreativo: “O que importa é que todo mundo se divirta e pratique um esporte”. 

Flávio, de 21 anos, do time amarelo (contra o verde), atuou como goleiro no segundo tempo. “Eu fui muito bem. Meu time porque não sabe fazer gol. A culpa era dos atacantes”, brincou. Ele destacou o objetivo maior: “É a confraternização e tal, unir a galera. Aumenta o silêncio e tal quem é um pouco mais distante do partido mas sim partida já fica mais perto. Une mais quem está nessa luta aqui do partido do PCO”.

Pedro Arthur, de 21 anos, da Regional do Rio (time com calção preto, associado ao verde vencedor), marcou três gols. “Foi muito bom, o time está bem entrosado, a gente conseguiu fazer bastante gols e foi muito divertido. O placar pode enganar, mas foi bem disputado, deu pra disputar cada lance, foi um bom jogo”. Ele reforçou: “É muito importante estreitar os laços. O partido é conhecido pela defesa do futebol, então nada mais justo da gente ter momentos assim de descontração, de lazer”.

Os relatos convergem no valor político e social da atividade: união entre militantes de diferentes idades (crianças, jovens e mais experientes), integração de companheiros de várias regiões e a promoção da saúde e do companheirismo. O futebol no acampamento serve para aproximar quem está na luta revolucionária ou é solidário a ela, fortalecer laços e garantir diversão coletiva.

Times se enfrentaram em partidas disputadas, com destaque para integração, lazer e coletividade entre participantes de diversas idades e regiões

O acampamento da AJR segue até 25 de janeiro, combinando formação marxista com atividades esportivas e culturais que reforçam a camaradagem dos participantes. Ainda é possível participar presencialmente ou acompanhar as transmissões pela plataforma Universidade Marxista (unimarxista.org.br). Para inscrições e informações, entre em contato pelo número (11) 99741-0436.

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