O governo Lula (PT) instituiu uma nova política pública voltada ao fortalecimento da carreira docente na educação básica, com foco no ingresso, na permanência e na valorização de professores nas redes públicas de ensino. A iniciativa, batizada de Política Nacional de Indução à Docência na Educação Básica – Mais Professores para o Brasil, foi oficializada por meio da Lei nº 15.344, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (13).
A política foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em conjunto com os ministros Camilo Santana (PT), da Educação, e Macaé Evaristo, dos Direitos Humanos e da Cidadania.
A publicação acima parece interessante até o ponto nevrálgico, que trata do orçamento. Aí percebemos que Direitos Humanos e Educação só terão êxito caso haja paridade em termos salariais.
O jornalismo tem suas fontes e conta com seu ímpeto investigativo para contar fatos diversos e reais.
O governador Cláudio Castro passou a ser alvo de críticas após o Estado do Rio de Janeiro perder R$ 117 milhões em recursos federais destinados à educação básica, em decorrência de falhas administrativas e da falta de articulação do governo estadual.
O prejuízo ocorreu porque o Executivo fluminense não garantiu, dentro do prazo legal, a aprovação da lei do ICMS Educacional, exigida pelo Ministério da Educação para que estados e municípios tivessem acesso ao VAAR (Valor Aluno Ano por Resultado), um complemento do Fundeb voltado à melhoria dos indicadores educacionais. Sem a legislação em vigor, todo o estado foi automaticamente excluído do repasse, penalizando inclusive municípios que haviam cumprido suas obrigações.
Entre as cidades atingidas está São Gonçalo, município que já convive com profundas dificuldades na área da educação, como problemas estruturais nas escolas, carência de profissionais e desafios históricos no desempenho educacional. A perda de recursos federais agrava ainda mais esse cenário e reduz a capacidade de investimento da rede pública municipal.
Triste fim de Policarpo Quaresma, triste fim do professor estadual fluminense, que continuará a ver navios…
“Céu de brigadeiro” no Brasil para o povo não existe, mas para as cúpulas vai tudo bem.
Como jornalista, quero assistir ao escrutínio dos fraudadores e corruptos durante os 352 dias restantes do ano corrente. O elenco de fraudadores e corruptos conta com pastores de grandes igrejas lesando aposentados do INSS junto com demais categorias, velhas conhecidas: banqueiros, políticos e etc.
Acho que o povo brasileiro merece um Globo de Ouro no quesito resiliência e sofrimento.





