Oriente Próximo

Povo iraniano vence mais uma batalha contra o imperialismo

“Nobre nação iraniana, hoje vocês realizaram uma grande tarefa e marcaram um dia histórico", declarou líder Aiatolá Ali Khamenei

Nesta segunda-feira (13), o líder da República Islâmica do Irã, Aiatolá Saied Ali Khamenei, saudou as manifestações gigantescas em apoio à revolução ocorridas no mesmo dia, afirmando que as massas “fizeram história” e frustraram o plano dos inimigos de desestabilizar o país por meio de seus agentes internos.

“Nobre nação iraniana, hoje vocês realizaram uma grande tarefa e marcaram um dia histórico. Essas reuniões massivas, imbuídas de firme determinação, frustraram o plano de inimigos estrangeiros que seria executado por mercenários domésticos”, dizia a mensagem.

Khamenei acrescentou que as manifestações mostraram “a determinação e a identidade” da nação aos seus inimigos e serviram de alerta às autoridades dos Estados Unidos “para que ponham fim ao seu engano e parem de confiar em mercenários traidores”. O líder iraniano descreveu seu povo como “forte, poderoso e consciente”, afirmando que eles permanecem presentes e vigilantes em tempos de crise. Os protestos aconteceram na maioria das províncias, incluindo a capital Teerã.

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, também saudou as manifestações em todo o país, afirmando que a “presença inteligente” da população frustrou a interferência estrangeira e condenou as ações dos provocadores. Falando brevemente no início da sessão aberta do parlamento na terça-feira (13), Qalibaf disse que se sentia obrigado a agradecer à nação iraniana por sua massiva participação nacional no dia anterior, o qual ele chamou de “Dia de Deus”.

Para Qalibaf, a história do país registrará o dia como histórico em suas “páginas honrosas”. Milhões de pessoas teriam participado das manifestações, de acordo com os números oficiais do regime.

A presença do povo, disse o presidente do Parlamento, pôs fim à interferência das “mãos dos estrangeiros”, que ele afirmou terem aparecido na arena “de uma maneira muito feia e repulsiva”.

Qalibaf disse ainda que as autoridades “se curvam com humildade” diante de uma nação corajosa e consciente e se consideram comprometidas em usar “toda a nossa força e capacidade, dia e noite”, para resolver os problemas econômicos e as justas demandas de subsistência do povo.

No mês passado, comerciantes haviam realizado protestos pacíficos em diferentes cidades devido a problemas econômicos causados pela pressão imperialista. No entanto, nos últimos dias, agentes do imperialismo e do sionismo, estimulados por declarações cínicas e criminosas de autoridades dos Estados Unidos e de “Israel”, passaram a praticar atos de vandalismo, visando sabotar a economia da República Islâmica.

As autoridades iranianas já haviam reconhecido a legitimidade das reivindicações econômicas e prometeram resolvê-las, ao mesmo tempo que denunciaram os agentes do imperialismo e do sionismo.

Nesta terça-feira (13), o comandante da força aeroespacial do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã, General de Brigada Majid Mousavi, disse que as defesas aéreas e de mísseis do Irã estão no mais alto nível de prontidão e preparadas para enfrentar qualquer ataque ao país.

Falando durante uma reunião do Comitê de Segurança Nacional e Política Externa no parlamento do Irã, Mousavi disse que as forças aeroespaciais dariam uma resposta “decisiva e esmagadora” a qualquer ato de agressão visando o povo iraniano. Ele acrescentou que a produção de mísseis e a produção geral da força aeroespacial aumentaram em comparação com os níveis anteriores à recente guerra de 12 dias, destacando o que descreveu como capacidades defensivas aprimoradas.

As observações ecoaram avisos anteriores do Ministro da Defesa do Irã, General de Brigada Aziz Nasirzadeh, que alertou que o Irã tem “surpresas” reservadas para aqueles que ameaçam com ação militar contra o Irã.

Nasirzadeh disse que quaisquer agressores enfrentariam “dor e sofrimento severos”, alertando que o Irã visaria seus interesses em qualquer lugar do mundo se os ativos iranianos fossem atacados. Ele também disse que qualquer país que facilite um assalto ao Irã ou forneça bases para tal ataque será considerado um alvo legítimo.

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