O governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) marcou para fevereiro de 2026 o início do projeto de escolas militares em São Paulo. O plano prevê implantação inicial em 100 instituições e expansão gradual.
A gestão estadual pretendia iniciar a implementação ainda no segundo semestre de 2025, mas o programa foi suspenso por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) logo após a aprovação na Assembleia Legislativa. A proibição foi derrubada pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, e, em setembro, os ministros da Corte referendaram a decisão que liberou o prosseguimento do projeto.
Em novembro, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) liberou a retomada do processo seletivo de monitores do programa, que estava suspenso desde setembro.
O modelo em questão mantém a parte pedagógica com educadores civis, enquanto a gestão administrativa e disciplinar passa a militares, geralmente da reserva. A modalidade foi adotada nacionalmente no governo Jair Bolsonaro (PL) e encerrada na esfera federal no governo Lula (PT), mas o governo paulista manteve o ataque à juventude.





