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Nova Iorque

Bilionários dos EUA se reúnem com prefeito exigindo repressão

A censura como método se generalizou e leis “contra o antissemitismo” estão sendo aprovadas pelo mundo inteiro para calar a denúncia e ocultar os crimes de “Israel”

A operação Dilúvio de Al-Aqsa expôs a verdadeira face do regime sionista em “Israel”. O genocídio na Faixa de Gaza gerou uma revolta nos setores populares pelo mundo. Nos Estados Unidos, o movimento estudantil ergueu a cabeça e está há meses bloqueando a entrada em cerca de 45 universidades, o que resultou em uma repressão generalizada por parte da polícia norte-americana.

Segundo o portal árabe Al Mayadeen, um grupo de super ricos no WhatsApp foi criado após o dia 7 de outubro [início da operação da Resistência Palestina] visando modificar a percepção sobre o conflito Palestina x “Israel”.

Frente única da burguesia em defesa do genocídio israelense pressionaram o prefeito de Nova Iorque a reprimir estudantes

Uma coalização de figuras graúdas em grupo de WhatsApp, instou o prefeito de Nova Iorque, Eric Adams, particularmente no mês passado, a enviar a polícia para reprimir os manifestantes na Universidade de Colúmbia, segundo o jornal imperialista The Washington Post. O grupo conta com figuras como líderes empresariais, incluindo Daniel Lubetzky, fundador da empresa de lanches Kind Snack, o gestor de fundos Daniel Loeb, o bilionário Len Blavatnik e o investidor imobiliário Joseph Sitt. Segundo a denúncia, o grupo se reuniu em uma chamada de vídeo via Zoom no dia 26 de abril com o prefeito, conforme indica o registro de mensagens e, durante a ligação, discutiram a doação de fundos privados para auxiliar a polícia local a “lidar” com os manifestantes. Um dos membros da reunião, relatou que Adams aceitou a proposta.

Quatro dias após a videochamada com Adams, manifestantes estudantis tomaram um prédio do campus, levando o presidente da Colúmbia a solicitar assistência policial para desocupar o prédio. Durante a operação, os policiais removeram e prenderam violentamente numerosos manifestantes, empregando táticas agressivas como empurrões, golpes e arrastões. Segundo relatos do The Post, um policial disparou sua arma de fogo durante o incidente.

No entanto, vozes da prefeitura negam a utilização de fundos privados para a repressão policial aos estudantes, o vice-prefeito, Fabien Levy, comentou que a denúncia é fruto de “antissemitismo”:

“A insinuação de que doadores judeus secretamente tramaram para influenciar as operações do governo é um trope antissemita demasiado familiar que o Washington Post deveria se envergonhar de perguntar, quanto mais normalizar na impressão.”

A influência dos sionistas nos Estados Unidos

As mensagens detalhando o envolvimento dos bilionários nas repressões duríssimas da polícia nova-iorquina revela a força dos lobbies sionistas. No grupo do WhatsApp estavam pelo menos 12 figuras na lista de mais ricos do mundo da Forbes. Dentre os participantes estavam indivíduos como o ex-CEO da Starbucks, Howard Schultz, o fundador da DELL, Michael Dell, o gestor de fundos Bill Ackmann e Joshua Kushner, o genro do ex-presidente Donald Trump, entre outros bilionários. O grupo teria começado com o magnata do setor imobiliário, Barry Sternlicht, que optou por não participar das conversas, mas participou indiretamente por meio do associado, segundo o relatório. O objetivo do grupo é de “mudar a narrativa” em apoio a “Israel”.

O sionismo para além de Nova Iorque

Segundo o jornal The Washington Post, o grupo se estendeu muito além de Nova Iorque, alcançando os mais altos escalões do governo israelense, do cenário empresarial americano, de universidades prestigiadas. Inicialmente intitulado “Eventos Atuais de ‘Israel’ [grifo nosso]”, o grupo cresceu para 100 membros.
A influência na política mundial dos sionistas não se limitam a este grupo, pelo contrário, é uma normal em todos os países dominados pelo imperialismo. Neste mesmo período a rede social chinesa TikTok foi banida dos Estados Unidos após lobby sionista no congresso, já que a rede estava dominada por apoiadores da Palestina, e permitia a denúncia do genocídio israelense, que já matou mais de 35.000 civis, sendo 8.000 mulheres e 15 mil crianças. A censura como método se generalizou e leis “contra o antissemitismo” estão sendo aprovadas pelo mundo inteiro para calar a denúncia e ocultar os crimes nazistas de “Israel” na Faixa de Gaza.

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