A reestruturação no Banco do Brasil, que já demitiu milhares de trabalhadores e o fechamento de centenas de agências e postos de serviços, aprofunda os ataques a todo o funcionalismo.
Desta vez foi na área de tecnologia do banco, em Brasília. Houve, nesta semana, um descomissionamento em massa. Onze gerentes acabaram de perder as suas comissões, todos foram jogados no “esmolão” – nome dado pelos trabalhadores, em que o comissionado fica recebendo a comissão por até três meses para achar um outro setor que tenha disposição de vagas, o que é praticamente impossível nos dias de hoje, se não perde a comissão -, em nome da “nova” estrutura desenhada para o setor.
Mais esses descomissionamentos é parte da política da direita golpista, à frente do BB que, conforme denunciado pelos próprios trabalhadores da área de tecnologia do banco, há uma pressão por parte da Diretoria de Tecnologia (Ditec) que visa sucatear o setor com o objetivo de entregar esse filão do banco para empresas terceirizadas assumirem o controle. Sempre é bom lembrar que o setor de tecnologia é estratégico para a manutenção de um banco público – tem caroço nesse angu – e que a empresa Falconi Consultores e Resultados, empresa do Sr. Pedro Moreira Salles, presidente do conselho de administração do maior banco privado do país, o Itaú/Unibanco, é que realizou, recentemente, uma auditoria na tecnologia do BB para a reestruturação no setor.
É necessário organizar os bancários do Banco do Brasil com os demais trabalhadores bancários, com as organizações dos trabalhadores da cidade e do campo com o objetivo de barrar o golpe, Fora Bolsonaro de Todos os Golpistas, eleitos através da maior fraude eleitoral da história do País, e revogar todas as medidas executadas pelo governo golpista de liquidação dos direitos e conquistas dos trabalhadores.





