Genocídio na Palestina

Violação do cessar-fogo: ‘Israel’ amplia bombardeios contra Gaza

Desde início da trégua, Ministério da Saúde contabiliza 424 mortos e 1.199 feridos, além de 685 corpos recuperados sob escombros

As forças de ocupação de “Israel” intensificaram ataques na Faixa de Gaza, com incursões terrestres, bombardeios aéreos e disparos de artilharia em diferentes regiões do território, em mais uma violação do cessar-fogo em vigor desde 11 de outubro de 2025. As ações atingiram áreas no norte, centro e sul do enclave.

No norte, veículos militares avançaram em Jabalia, enquanto aviões de guerra realizaram ataques contra áreas setentrionais. Na Cidade de Gaza, a artilharia bombardeou bairros próximos da chamada “linha amarela”, a leste do município.

No centro da Faixa, aviões atacaram a leste de Deir al-Balah, e forças de ocupação abriram fogo a leste de al-Bureij. No sul, disparos de artilharia e tiros de veículos blindados atingiram áreas a leste de Khan Iunis, além de um ataque aéreo na mesma região.

Ainda no sul, veículos de “Israel” dispararam intensamente na área de al-Alam, na região de al-Mawasi, a oeste de Rafá. Em 4 de janeiro, correspondentes relataram que forças de ocupação assassinaram três palestinos em Khan Iunis durante a madrugada. Em outro episódio, o Comitê Sindical dos Pescadores de Gaza informou que um pescador palestino foi assassinado e outro ficou ferido após serem alvejados por tropas de “Israel” na costa sul.

O Ministério da Saúde de Gaza informou que, em 24 horas, chegaram aos hospitais dois corpos, um deles recuperado sob escombros, e 10 feridos. A pasta também afirmou que há vítimas presas sob destroços e em vias públicas, sem acesso de equipes de resgate e defesa civil.

Desde o início do cessar-fogo, em 11 de outubro de 2025, o Ministério contabiliza 424 mortos e 1.199 feridos, além de 685 corpos recuperados sob os escombros. No acumulado desde 7 de outubro de 2023, os números divulgados indicam 71.391 mortos e 171.279 feridos.

Além dos ataques militares, organizações palestinas denunciam que “Israel” viola o acordo ao impedir a entrada de ajuda humanitária nas quantidades previstas, restringir insumos essenciais e dificultar o trabalho de entidades de assistência. Em 31 de dezembro, o Ministério de Assuntos da Diáspora de “Israel” anunciou que 37 organizações humanitárias podem ser suspensas se não apresentarem a lista de funcionários palestinos.

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