A União Geral de Mulheres Palestinas (UGMP) manifestou solidariedade ao povo venezuelano diante da agressão dos Estados Unidos e da violação da soberania nacional do país. Em comunicado, a organização denunciou que as medidas coercitivas unilaterais e o cerco contra a Venezuela violam a Carta das Nações Unidas.
A UGMP comparou a situação à experiência do povo palestino sob cerco, afirmando que as ações de Washington funcionam como punição coletiva para submeter povos que mantêm decisões políticas independentes. No texto, a entidade ressaltou o papel das mulheres venezuelanas na defesa da justiça social e da soberania nacional.
“Desde Palestina até a Venezuela, as vozes dos povos continuarão sendo fortes frente à injustiça”, declarou o movimento, ao defender a unidade das mulheres do “Sul Global” contra pressões políticas e econômicas externas.
Ainda no comunicado, as mulheres palestinas apelaram para que a comunidade internacional respeite a soberania venezuelana e ponha fim a toda forma de ingerência nos assuntos internos do país caribenho. A organização afirmou que a solidariedade entre os dois povos “não é apenas uma postura moral”, mas uma forma de resistência coletiva pela independência.





