Milhares de pessoas se reuniram neste domingo (15), na Praça da Revolução, em Teerã, para condenar a agressão dos Estados Unidos e de “Israel” contra o Irã. O ato foi marcado por manifestações de apoio à liderança política do país, às Forças Armadas iranianas e à unidade nacional diante da guerra em curso.
Os manifestantes carregaram bandeiras iranianas e faixas contra os ataques, além de entoarem palavras de ordem em defesa do Exército e da coesão do país diante da ofensiva imperialista. A mobilização ocorreu no centro da capital iraniana e reuniu uma grande quantidade de pessoas.
Segundo informações transmitidas a partir de Teerã, os atos populares vêm sendo realizados diariamente na capital e também em outras cidades do Irã. As manifestações expressam um amplo movimento de apoio à Revolução Islâmica e à direção política do país em meio ao agravamento da guerra.
Ainda segundo os relatos, os protestos deste domingo procuraram demonstrar que a escalada militar promovida pelos EUA e por “Israel” não conseguiu dividir a população iraniana. Ao contrário, os atos apresentaram um quadro de firmeza interna e de respaldo popular à resposta do país diante da agressão estrangeira.
Os participantes também relacionaram a mobilização popular ao momento político aberto pela guerra, apontando um novo impulso revolucionário alimentado pelas ameaças externas e pelo confronto direto com o imperialismo. Nesse quadro, as manifestações passaram a ser vistas internamente como parte decisiva do enfrentamento em curso.
A avaliação apresentada durante os atos é a de que a presença popular nas ruas tem importância equivalente à dos acontecimentos militares, uma vez que demonstra a disposição da população em sustentar o país durante a guerra.
Os protestos ocorreram ao mesmo tempo em que prosseguem os ataques dos Estados Unidos e de “Israel” contra o Irã e a resposta militar iraniana contra bases norte-americanas na região e alvos localizados nos territórios palestinos ocupados.



