“Naquele tempo, disse Jesus: ‘Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós sois como sepulcros caiados: por fora parecem belos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão!’” (Mt 23, 27).
Meu caro leitor, conseguiu notar a verossimilhança nesta observação de Jesus em relação às pessoas e às instituições?
Brasília, por exemplo, com sua arquitetura moderna e beleza, foi e ainda é palco do mensalão e de outras desordens imorais. Este ambiente sofisticado também é o nascedouro de leis e projetos que não contemplam, de verdade, os anseios reais de uma população majoritariamente descamisada e desprovida de mobilidade social.
Muitas vezes, os ícones idolatrados pelo povo oprimido usam a hipocrisia como filtro de seu mau-caratismo. A força do lobby e do nepotismo, por vezes, é garantidora de um sucesso perpétuo — pelo menos é o que as peripécias criminosas reveladas pelos recentes escândalos do Banco Master e do INSS comprovam.
Tem solução? Sim. Estudar e pesquisar.
“Em meio à guerra travada contra o Irã e à resistência do país à ocupação norte-americana do Oriente Médio, o Partido da Causa Operária (PCO) prepara seu curso de meio de ano da Universidade de Ruptura com um tema diretamente ligado aos acontecimentos mais importantes da situação internacional: A História do Irã e da República Islâmica. A atividade, que será o curso da Universidade de Férias de inverno deste ano, ocorrerá entre os dias 27 de junho e 5 de julho.” (Fragmento extraído do DCO, 2026).
Desvendar o conhecimento genuíno da História é um caminho básico de ruptura com a proeminência dos “sepulcros caiados”.
Não menos importante é citar que há um jornalismo de elite, “caiado” de progressista: diz plantar utilidade pública, mas colhe neoliberalismo. Premiações como o Oscar, o Nobel e o Pulitzer pertencem a conglomerados que nem sempre refletem veracidade científica, sociológica, midiática ou artística — especialmente quando o assunto é justiça social.




