Polêmica

PSTU se une a monarquistas, sionistas e imperialistas contra o Irã

"Fora Khamenei" é sinônimo de "viva 'Israel'"

Em meio às ameaças do governo norte-americano de agredir a República Islâmica do Irã, o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), por meio de artigo publicado em seu jornal, o Opinião Socialista, resolveu defender abertamente a derrubada do regime iraniano. As intenções contrarrevolucionárias do texto assinado por Fabio Bosco já aparecem em seu título: Todo apoio aos protestos populares no Irã! Fora Khamenei, Israel, Estados Unidos e Pahlavi!

Trata-se da repetição do chavão “fora todos”, bradado pelo PSTU durante a ofensiva golpista do imperialismo contra o governo de Dilma Rousseff. Na época o governo do Partido dos Trabalhadores (PT) estava sendo atacado por uma coalizão de forças reacionárias que envolviam o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) e a imprensa capitalista. O PSTU, no entanto, saiu às ruas pela derrubada do governo petista e procurou sua vergonhosa capitulação perante o golpismo por meio do argumento de que também era contrário às forças que conspiravam contra Dilma Rousseff. O resultado? O governo foi derrubado, a esquerda se desmoralizou e o PSTU não apenas não levou adiante uma luta séria contra o governo de Michel Temer, como se despedaçou enquanto partido.

No caso em tela, a palavra de ordem do PSTU leva a consequências muito mais graves. O partido, que já deveria ter aprendido com o fracasso de sua política no Brasil, está favorecendo não apenas um golpe de Estado, mas uma iminente agressão militar contra o povo iraniano.

O artigo de Fabio Bosco foi escrito em 12 de janeiro. Até esta data, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia dito coisas como:

“Agora, ouço dizer que o Irã está tentando se reerguer, e se estiverem, nós teremos que derrubá-los. Nós os derrubaremos. Vamos dar uma surra neles. Mas, espero que isso não esteja acontecendo.”

Não é necessário mais que dois neurônios para compreender o motivo da crise entre a República Islâmica e os Estados Unidos. Um luta por sua soberania, enquanto o outro tenta esmagá-la.

Quem está lutando pela soberania energética e territorial do Irã não é o “povo iraniano” em abstrato, mas sim o regime político iraniano. É o regime que organiza e dá forma à disposição das massas iranianas à luta contra o imperialismo. Logo, defender a queda do regime, neste momento, é algo que necessariamente abre o caminho para que o imperialismo avance nos seus objetivos.

Esta conclusão já foi apresentada de maneira cristalina pelo revolucionário Leon Trótski — quem o PSTU diz seguir. Para Trótski, nem mesmo o regime precisaria ser progressista para ser defendido:

“Existe atualmente no Brasil um regime semi-fascista que qualquer revolucionário só pode encarar com ódio. Suponhamos, entretanto que, amanhã, a Inglaterra entre em conflito militar com o Brasil. Eu pergunto a você de que do conflito estará a classe operária? Eu responderia: nesse caso eu estaria do lado do Brasil ‘fascista’ contra a Inglaterra ‘democrática’. Por quê? Porque o conflito entre os dois países não será uma questão de democracia ou fascismo. Se a Inglaterra triunfasse, ela colocaria um outro fascista no Rio de Janeiro e fortaleceria o controle sobre o Brasil. No caso contrário, se o Brasil triunfasse, isso daria um poderoso impulso à consciência nacional e democrática do país e levaria à derrubada da ditadura de Vargas. A derrota da Inglaterra, ao mesmo tempo, representaria um duro golpe para o imperialismo britânico e daria um grande impulso ao movimento revolucionário do proletariado inglês. É preciso não ter nada na cabeça para reduzir os antagonismos mundiais e os conflitos militares à luta entre o fascismo e a democracia. É preciso saber distinguir os exploradores, os escravagistas e os ladrões por trás de qualquer máscara que eles utilizem!”

Consideremos, no entanto, que os editores do Opinião Socialista tenham faltado a esta aula de trotskismo. Eles então nos dirão: o regime iraniano deve cair porque é esta a vontade do “povo iraniano”. A base para tal acusação absurda é uma história da carochinha fabricada pelos serviços de informação do imperialismo e reproduzida pelo PSTU:

“No dia 28 de dezembro, os comerciantes de Teerã, denominados ‘bazarii’, fecharam as portas em protestos contra a crise econômica (inflação altíssima e desvalorização aguda da moeda nacional, o rial) e a política neoliberal que beneficia apenas alguns setores capitalistas ligados ao regime e amplia a desigualdade social. (…) O sentimento generalizado entre os manifestantes e a população em geral é que a situação de crise econômica e repressão não tem solução senão pela queda do regime.”

Sem avisar ninguém, Fabio Bosco, na ânsia de defender a derrubada do regime, faz um amálgama grotesco. Ele descreve os protestos de comerciantes como se estes fossem os mesmos “protestos” que ocorreram nos últimos dias. Nada poderia estar mais distante da realidade.

Os protestos dos comerciantes têm uma motivação econômica. O país passa por algumas dificuldades causadas pelas sanções impostas pelo imperialismo, que afetam alguns setores da sociedade iraniana. Os protestos são legítimos e foram reconhecidos pelo governo como tais. Os comerciantes não foram reprimidos — pelo contrário, tiveram parte de suas reivindicações atendidas.

Já os “protestos” que ocorreram mais recentemente são levantes armados realizados por agentes do sionismo e do imperialismo. Conforme o próprio governo iraniano destacou, esses levantes aconteceram após autoridades do governo dos Estados Unidos fizeram declarações públicas estimulando a revolta contra o regime.

Houve, portanto, um sequestro das manifestações dos comerciantes. Os novos “protestos” não estão preocupados em resolver qualquer questão da população iraniana. São um ensaio de “revolução colorida”, semelhante ao que aconteceu na Ucrânia em 2014 e no Nepal em 2025. Os agentes assassinaram centenas de pessoas, entre civis e policiais, destruíram parte da infraestrutura do país e queimaram mesquitas e ambulâncias. É uma operação típica de golpe de Estado, em que o resultado vai na contramão de resolver qualquer problema econômico.

Como se isso tudo não fosse suficiente, os provocadores chamados cinicamente de “manifestantes” pela imprensa capitalista são saudosistas da ditadura fascista de Reza Pahlavi, derrubada pela Revolução Iraniana de 1979. Os provocadores têm o filho do ditador como líder e empunham bandeiras da época sombria anterior à Revolução.

Nem mesmo Fabio Bosco se dá ao trabalho de esconder isso. O artigo publicado pelo Opinião Socialista mostra “manifestantes” erguendo a bandeira conhecida como O Leão e o Sol, usada durante a ditadura de Reza Pahlavi.

Seria bastante cínico se o PSTU dissesse: apoio os “protestos” porque são contra o meu inimigo, mas sou contra suas reivindicações porque são reacionárias. Dizer isso faria com que o leitor chegasse à conclusão óbvia de que os “protestos” não são progressistas. Por isso, Fabio Bosco, ao mesmo tempo em que se considera o maior revolucionário do planeta, pedindo “fora todos”, não critica a plataforma política dos “manifestantes”. Ele procura apresentá-la como se fosse algo “revolucionário”.

Já chama a atenção as comparações que Fabio Bosco faz. Ele compara as provocações imperialistas com “a última grande onda de protestos impulsionado pelas mulheres e pela juventude chamado de ‘Mulher, Vida e Liberdade’ em 2022-2023” e a chamada “revolução verde”.

As duas manifestações foram processos inequivocamente pró-imperialistas. O primeiro foi uma tentativa de desmoralizar o regime e suas instituições, sob pretextos identitários. A revolução iraniana abriu o caminho para o desenvolvimento material e cultural de todo o povo do país, incluindo as mulheres.

Desde o início dos anos 2000, as mulheres representam cerca de 60% dos estudantes aprovados nos exames nacionais de admissão. A alfabetização feminina saltou de cerca de 35% em 1976 para mais de 96% em 2023. Aproximadamente 70% dos graduados em áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática são mulheres. Cerca de 40% de todos os médicos especialistas no Irã são mulheres. A expectativa de vida feminina subiu de 54 anos (em 1979) para cerca de 78 anos atualmente. Qual a defesa da mulher dos defensores dos atos “Mulher, Vida e Liberdade”, então? Obviamente, trata-se de uma fraude que revela que, para o PSTU, mais vale a demagogia liberal que o conteúdo de classe do regime.

A tal “revolução verde” vai no mesmo sentido. Esta é o nome dado para um conjunto de manifestações em 2009 lideradas por Mir Hossein Mousavi, o candidato presidencial que fazia oposição a Mahmoud Ahmadinejad. No período em que foi presidente (2005-2013), Ahmadinejad levou adiante uma política bastante radical de defesa da Revolução Iraniana, contribuindo para a formação da atual potência regional que se tornou a República Islâmica.

Sob seu governo, o apoio financeiro e logístico ao Hesbolá e ao Hamas aumentou consideravelmente. Ahmadinejad também nomeou um número sem precedentes de ex-comandantes da Guarda Revolucionária para ministérios e cargos de alta confiança e acelerou o programa nuclear do país.

Mir Hossein Mousavi, por seu turno, defendia uma aproximação com o governo norte-americano e era contra a política de apoio aos grupos armados do Oriente Médio. Tanto foi assim que, durante o que o PSTU chama de “revolução verde”, os “manifestantes” gritavam “nem Gaza, nem Líbano, minha vida apenas pelo Irã”. Não por coincidência, o mesmo grito foi registrado nos “protestos” recentes.

Durante o artigo, Fabio Bosco irá se mostrar como um verdadeiro inimigo daquilo que há de mais revolucionário na República Islâmica: o seu apoio a revoluções em diversos países, dirigidas por grupos de diferentes ideologias. O autor melhor faria se se juntasse aos “manifestantes” e cantasse: “nem Gaza, nem Líbano, nem Irã, minha vida apenas pelo Tio Sam”.

Vejamos no detalhe a avaliação do autor sobre o regime de conjunto:

“Para além do apoio dos grandes capitalistas, e do alto clero xiita, o regime conta com a polícia, o exército, as milícias Basij e, principalmente, com a Guarda Revolucionária (chamada de Pasdarán ou pela sigla em inglês IRGC). A Guarda Revolucionária é um exército paralelo com as armas mais avançados que o regime iraniano dispõe. São cerca de 125 mil integrantes, treinados e armados, com salários superiores aos dos membros das outras forças policiais e militares. Seu financiamento vêm do controle de cerca de 50% da renda do petróleo, além da atuação em vários outros ramos econômicos importantes como construção civil, comunicações e agronegócio. Os seus dirigentes são indicados diretamente pelo Ayatollah Khamenei. Recentemente, em 31 de dezembro, o Ayatollah Khamenei indicou seu apoiador Ahmad Vahidi para ser o vice-comandante. No final do século passado, eles receberam autorização para participar das eleições e, em 2005, elegeram Mahmoud Ahmadinejad presidente. A Guarda Revolucionária também cumpre um papel muito importante em moldar a política externa do país. A Força Al-Quds, uma tropa de elite, construiu e financiou alianças em outros países que constituíram o chamado ‘eixo da resistência’, que hoje está enfraquecido pela queda do ditador Bashar al-Assad e o debilitamento do partido político libanês Hezbollah.”

Como já explicado antes, o regime iraniano, na medida em que está em contradição com o imperialismo, deveria, por princípio, ser defendido. No entanto, não estamos diante de um regime qualquer, mas sim do regime político mais revolucionário de todo o planeta.

Falar de “apoio dos grandes capitalistas” é, além de uma calúnia, um contrassenso. Os grandes capitalistas são aqueles que controlam o governo norte-americano, os países europeus e o Japão. São os que lançam mísseis contra o Irã, que sustentam o Estado de “Israel”, que financiam “revoluções coloridas”.

O “alto clero xiita”, apresentado maliciosamente como se fosse um papado conservador, é, na verdade, uma espécie de partido político. Pelas peculiaridades da formação social iraniana e pela conduta vergonhosa do Partido Tudeh —  o partido iraniano vinculado à Terceira Internacional —, a forma pela qual a revolução iraniana encontrou para constituir uma direção foi por meio do clero xiita. Foi este clero quem dirigiu a revolução durante a derrubada da ditadura, que travou uma épica guerra contra o Iraque e fez do Irã uma potência capaz de fazer o Estado de “Israel” implorar por sua subsistência.

As polícias são uma instituição presente em qualquer regime. A diferença é que, no caso do Irã, elas estão profundamente ligadas à política do regime. Tanto é assim que os policiais mortos pelos provocadores imperialistas nos “protestos” recentes foram tratados como mártires pelo regime e homenageados por uma multidão.

O que o PSTU chama de “milícias Basij” são a base de um regime profundamente revolucionário. Elas cumprem o papel semelhante aos sovietes da Revolução Russa, das Comunas da República Bolivariana da Venezuela e dos Comitês de Defesa da Revolução de Cuba. A Basij é um acrônimo para Organização de Mobilização dos Oprimidos, em farsi. Ela surgiu em meio à Guerra Irã-Iraque (1980-1988), quando o Aiatolá Ruhollah disse que um país com 20 milhões de jovens precisava de 20 milhões de soldados. A Basij tem centros em quase todas as mesquitas, universidades, escolas e fábricas do país e funciona como uma rede de assistência social.

O desprezo do PSTU pela Basij é particularmente curioso porque o artigo de Fabio Bosco propõe, em um dado momento, que “é necessário construir uma nova liderança (…) que impulsione a construção de conselhos operários e populares em cada bairro e em cada cidade para ampliar as mobilizações e incidir sobre a base das forças de segurança para dividi-las, abrindo o caminho para a derrubada do regime pelas mãos da classe trabalhadora”. Mas os conselhos operários e populares já existem: é justamente o que Fabio Bosco chama, com horror, de “milícia”. Qual o sentido de formar conselhos operários se eles já existem? Se a classe operária já está organizada, por que ela iria se reunir nos conselhos operários de brinquedo fabricados pelo PSTU?

A parte mais escatológica, no entanto, é a passagem sobre a Guarda Revolucionária. O autor insinua que seria um corpo militar corrupto, uma burocracia alheia aos interesses da população. O que o autor não consegue explicar é como uma força armada corrupta e burocrática não capitulou mesmo quando foi agredida pelos Estados Unidos e pelo Estado de “Israel”…

Além de tudo, o autor ainda fantasia, afirmando que o Eixo da Resistência estaria enfraquecido por causa da queda do governo sírio de Bashar Al-Assad e do que ele, sem provas, chama de “debilitamento do partido político libanês Hezbollah”. A realidade é que não há enfraquecimento do Eixo da Resistência. Pelo contrário: ele se tornou muito mais forte após a guerra de 12 dias do Irã contra “Israel” e com a vitória do Hamas sobre a entidade sionista, que foi forçada a assianr um acordo de cessar-fogo. Fabio Bosco não faz nenhuma análise, mas apenas reproduz a propaganda imperialista que visa desmoralizar os países que lutam contra a ditadura mundial.

Em uma das passagens mais canalhas do texto, Fabio Bosco afirma que “não é de interesse estadunidense, [sic] que uma nova revolução operária e popular derrube o regime e sirva de ponto de apoio para as lutas em toda a região, em particular para a resistência palestina”. Por um lado, o artigo implicitamente está dizendo que o atual regime não apoia a Resistência, sendo que o país foi notoriamente agredido justamente por seu apoio a Gaza. Por outro, ele tira a conclusão de que os “protestos” levariam a um governo pró-Palestina, mas não há palavras de ordem em apoio à Palestina nos atos de vandalismo praticados pelos agentes do imperialismo.

Nas manifestações de apoio ao governo iraniano, é comum encontrar várias bandeiras de organizações que integram o Eixo da Resistência. Na “revolução” do PSTU, a população canta “nem Gaza, nem Líbano”… Não custa lembrar, também, que a própria imprensa israelense admitiu que a entidade sionista teria ajudado os “manifestantes” a se armar contra o regime iraniano.

O PSTU também recorre à propaganda quando diz que “hoje o regime iraniano está enfraquecido seja pela situação econômica, que é fruto das pesadas sanções imperialistas contra o país e pela política econômica neoliberal que privilegia uma minoria de capitalistas dentro do regime, e também pela perda de popularidade do regime entre a população trabalhadora iraniana duramente atingida pela desigualdade social e pela falta de liberdades democráticas”. Se a realidade fosse aquilo que aparece no jornal O Globo, Fabio Bosco poderia ter alguma razão. Mas trata-se do exato oposto. O único efeito que as provocações causaram foi aumentar ainda mais a unidade da nação iraniana. Manifestações gigantescas tomaram conta das ruas do país, comprovando que as massas apoiam o regime, e não as tentativas criminosas de desestabilizá-lo.

A população compareceu em peso ao chamado do Aiatolá Ali Khamenei e esmagou, por meio da mobilização, a tentativa de “revolução colorida”. Ao mesmo tempo, compareceu em peso ao enterro dos mártires das “manifestações” promovidas pelo imperialismo, evidenciando o apoio ao regime como um todo.

Em sua conclusão, Fabio Bosco nos ensina que “a principal ausência é de um partido operário e revolucionário totalmente vinculado aos interesses da classe operária e do povo trabalhador”. Ao explicar sua proposta, ele conta que “vários setores de esquerda tiveram uma atuação muito importante durante a revolução democrática de 1979”, mas que, sabe-se lá por que, “o Ayatollah Khomeini teve uma política deliberada de isolar e eliminar todas as forças de esquerda a quem ele chamava de apóstatas (‘mortads’ em língua farsi) ou hipócritas (‘monafeqin’)”, o que “culminou na execução de cinco mil ativistas de esquerda dentro das prisões iranianas no final dos anos 1980”.

Além de inventar números, o PSTU esquece de contar a história toda. As “forças de esquerda” que foram perseguidas foram aquelas que, durante a guerra de libertação da República Islâmica contra o Iraque (que, na época, estava a serviço do imperialismo), se voltaram contra o regime iraniano. O mesmo papel hoje cumpre o Tudeh, saudando as manifestações pró-imperialistas. E cumpriria o PSTU, caso estivesse no Irã.

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