Formação política

O que dizem os acampados da 54ª Universidade de Férias

Veja os relatos dos que optaram pelas barracas para assistir ao maior curso da esquerda brasileira

A 54° Universidade de Férias segue em pleno vapor, combinando estudo, lazer e convivência coletiva. Enquanto alguns optam pelos chalés ou alojamentos coletivos, boa parte dos participantes abraça a experiência mais radical: dormir em barraca. Para muitos, essa escolha transforma o evento em uma verdadeira aventura, marcada por contato direto com a natureza.

Hudson, 22 anos, está participando pela segunda vez da Universidade de Férias e, novamente, escolheu a barraca. Acostumado a acampar — ele monta sua barraca ao menos 10 vezes por ano —, ele encara a modalidade com naturalidade. “Eu particularmente eu gosto. Um espaço como esse, um ambiente como esse, pra mim é uma maravilha”, conta. A chuva, que tem aparecido com frequência nos últimos dias, não chega a preocupar. “A gente está num local fechado, então a chuva não é um problema. Então é tranquilo”.

Yasmin, 23 anos, vive sua primeira experiência no evento e também está alojada em barraca. Apesar do receio inicial com insetos, a surpresa foi positiva. “Confesso que eu não sou muito fã de inseto, isso é algo que fiquei meio receosa, mas a experiência está sendo muito boa, muito boa”, revela. Ela destaca o prazer de acordar e dormir ao ar livre: “É muito bom contar com a natureza. É uma experiência nova, está sendo muito bom”. Os receios em relação aos banheiros também se dissiparam rapidamente. “Os banheiros também tinha meio receio. Só que, muito cheiroso, muito limpinho, tudo muito limpinho”, afirma.

Daoud, 23 anos, é veterano: esta é sua 14ª Universidade de Férias. Para ele, a barraca continua sendo a melhor opção. “É bem tranquilo. É um lugar agradável”, diz, mesmo com a chuva recente. “Eu não tive problema com alagamento, nada. Bem legal”. Os pequenos incidentes fazem parte da graça da aventura: “Apareceu três grilos na minha barraca, um dentro do meu tênis, acho que eu botei a barraca na toca de grilo, ou algo assim”. Ele usa o banheiro do alojamento coletivo, o que facilita o dia a dia. “É mais ou menos como um quarto normal, só que do lado de fora, no meio do barulho das árvores, bichos”, descreve, garantindo que está “curtindo bastante” o evento.

Além da experiência de acampamento, os participantes em barraca destacam a praticidade do espaço: tudo fica perto: campo de futebol, cozinha, banheiros, piscina e chalés. A organização das refeições também recebe elogios unânimes. Hudson, que chegou a ajudar na cozinha, afirma: “As comidas são deliciosas. Os preparantes também trabalham bem, fazem as coisas com delicadeza, com dedicação”. Yasmin completa: “Maravilhosa, muito farto. Muita coisa, muita variedade”.

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