No dia 8 de janeiro, um grupo de manifestantes Pró-Palestina realizou um protesto contra o genocídio sionista em frente a uma sinagoga em Nova York (EUA). Entre as palavras de ordem o grupo cantou “Say it loud, say it clear, we support Hamas here” (“Digam alto, digam claro, nós apoiamos o Hamas aqui”).
No dia seguinte, o prefeito da cidade, Zohran Mamdani, ao ser questionado por jornalistas sobre a manifestação e suas palavras de ordem, respondeu que “cânticos em apoio a uma organização terrorista não têm lugar”.
O fato de Mamdani considerar o Hamas como uma organização terrorista não deveria chamar a atenção, pois ele é membro do Partido Democrata, que é o principal partido do imperialismo norte-americano. Além disso, durante o governo de Joe Biden (também do Partido Democrata), os EUA não hesitaram em destinar rios de dinheiro para as guerras, principalmente para o exército sionista de “Israel” atacar o povo palestino na Faixa de Gaza.
No entanto, o que chama a atenção nesta declaração é que durante as eleições municipais do ano passado, Mamdani foi apontado pela imprensa burguesa como sendo um candidato de “esquerda”, e para alguns, até “socialista”. Boa parte da esquerda, também no Brasil, celebrou sua eleição como se fosse um grande avanço.
Não foi preciso nem 10 dias de governo para que essa imagem viesse por água abaixo. Mamdani também é muçulmano, o que certamente será usado pelo imperialismo para fazer demagogia, tipificando o mesmo como um “amigo” dos palestinos e dos árabes.
O Hamas foi a principal força militar e política da Resistência Palestina no enfrentamento contra o exército sionista e que mesmo diante de mais de 70 mil palestino mortos, conseguiu sair vitorioso e alcançou um histórico acordo de cessar-fogo.
Diante de todo esse contexto, quem continua repetindo as mentiras da propaganda sionista mostra um grande alinhamento com esses que são os verdadeiros terroristas, os algozes dos povos oprimiodos ao redor domundo, que não hesitam em despejar toneladas de bombas e outros artefatos de destruição em massa para sufocoar a rebelião libertadora dos explorados.





