Enfermeiros assassinos, médica do SUS criminosa, aposentados do Rioprevidência correndo risco de não receberem proventos por conta dos escândalos de corrupção como o do banco Master, talvez com o envolvimento de políticos do Estado do Rio de Janeiro, … uma gama de mazelas que assolam a rotina de uma população desmerecida pelo descaso social.
Este país “pega fogo” neste janeiro chuvoso. Um deputado federal lidera uma marcha de Paracatu, em Minas Gerais, para Brasília. Sua intenção é a luta por liberdade.
Se a caminhada fosse para libertar os operários das garras das injustiças, como aquelas que impactam (por exemplo) aposentados e pensionistas do Estado do RJ, seria supimpa. Aliás, os assalariados precisam marchar pela libertação das falsas retóricas e da corrupção endêmica neste país.
Realmente, a liberdade é um bem garantido na Constituição, e, se há exageros punitivos aos réus do 8 de janeiro, que haja movimento jurídico no pleitear de justiça. Os direitos humanos precisam vigiar sempre qualquer forma de ultraje.
“A Polícia Federal está realizando uma operação na manhã de hoje (23) contra o presidente do Rioprevidência, Denis Marcon Antunes. A operação, denominada ‘Barco de Papel’, visa investigar aportes de cerca de R$ 1 bilhão da autarquia no Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro do ano passado, em meio a uma série de escândalos sobre fraudes financeiras e investimentos de fundos de pensão de servidores, bancos estatais e políticos do chamado Centrão naquela instituição financeira. Outros dois diretores do órgão e a própria autarquia também são alvos de mandados de busca e apreensão”.
Fragmento forte, o grafado acima. Demonstra que o povo sofrido brasileiro e os parlamentares (se é que existem) comprometidos com mudanças estruturais deveriam se juntar a qualquer caminhada popular por equidade para fazer valer a sua representatividade.
Infelizmente, em uma nação onde a maioria recebe R$ 1.518 de salário mínimo, torna-se quase impossível empreender uma logística assim, por ‘n’ fatores, como opressão, baixa autoestima e incipiente capital financeiro.





