Editorial

‘Israel’ e EUA perdem seus olhos no Oriente Médio

Irã consolidou o controle absoluto sobre o Estreito de Ormuz, resultando em uma queda de 90% no tráfego de navios e petroleiros

A correlação de forças no Oriente Próximo sofreu uma grande mudança nas últimas 100 horas. A capacidade tecnológica e militar dos Estados Unidos e do regime sionista enfrentam um colapso sem precedentes.

Com a destruição confirmada de mais de sete radares de ultra-avançados durante a 17ª fase da Operação Promessa Verdadeira 4, a rede de alerta precoce que sustentava a defesa de “Israel” e das bases americanas foi efetivamente cegada. Mísseis hipersônicos e veículos aéreos não tripulados (VANTs) de ataque da Força Aeroespacial do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (CGRI), operando sob o código “Ó Mensageiro de Allah”, conseguiram contornar o sistema de defesa THAAD, atingindo alvos estratégicos no edifício do Ministério da Defesa em Telavive e no Aeroporto Ben Gurion.

A degradação da capacidade defensiva inimiga é quantificável e severa. Estimativas indicam que quase US$2 bilhões em ativos militares dos EUA foram destruídos, incluindo unidades de radar AN/TPY-2 e componentes vitais das baterias THAAD localizadas no Golfo. A vulnerabilidade foi admitida indiretamente pelo governo norte-americano; o Secretário de Guerra, Pete Hegseth, em conjunto com reportagens do jornal New York Times, confirmou que as defesas atuais são incapazes de interceptar a totalidade dos VANTs de ataque iranianos. Essa situação forçou o confinamento de longo prazo da covarde população nos territórios ocupados por “Israel”, onde o som das sirenes é ininterrupto, demonstrando uma cadência de lançamentos iranianos sustentada e gerida para exaurir os estoques de mísseis interceptores do adversário.

No plano naval e logístico, o estrangulamento é total. A CGRI consolidou o controle absoluto sobre o Estreito de Ormuz, resultando em uma queda de 90% no tráfego de navios e petroleiros, o que neutraliza a logística de suprimento do regime. A insegurança marítima para o eixo agressor estendeu-se ao Mar Arábico, onde um destróier da classe Arleigh Burke da Marinha dos EUA sofreu um incêndio no convés após o impacto de um míssil balístico antinavio.

Com o início da Onda 18 da Operação Promessa Verdadeira 4, sob o código “Ya Hassan ibn Ali”, o comando iraniano sinalizou que a tendência de ataques irá se intensificar e expandir nos próximos dias. Sem seus “olhos” tecnológicos e com as rotas marítimas bloqueadas, os EUA e o regime sionista enfrentam uma realidade de guerra para a qual sua tecnologia de bilhões de dólares não oferece mais respostas. A cegueira estratégica do agressor é o prelúdio da sua destruição definitiva na região.

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