As Relações Públicas do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) do Irã negaram firmemente os relatos sobre o assassinato do comandante da Marinha do IRGC, Almirante Ali Reza Tangsiri, classificando-os como totalmente falsos.
Em um comunicado, as Relações Públicas do IRGC afirmaram que “não há verdade nos rumores”, apontando para um padrão familiar de desinformação disseminado pela conta “Terror Alarm”, descrita como uma plataforma ligada a “Israel” que atua como um “braço operacional da guerra psicológica do Mossad”.
O IRGC observou que a mesma conta “já havia circulado alegações falsas anteriormente sobre o assassinato do Brigadeiro-General Esmail Qaani”.
O comunicado acrescentou que o momento dos rumores é significativo, ocorrendo em meio à “operação psicológica alimentada pela recente mobilização de forças navais na região pelo presidente dos EUA, Donald Trump”.
O IRGC também destacou que, diante do envio de embarcações navais para a região, a propagação do rumor de assassinato pelo “Terror Alarm” ganha uma importância ainda maior.
Além disso, o IRGC esclareceu que nenhum ataque visou as bases navais na província de Hormozgan, nem qualquer edifício afiliado à força foi destruído. Relatos sugerindo o contrário são inteiramente infundados, de acordo com o comunicado.
Isso ocorre logo após relatos de que altos oficiais militares dos Estados Unidos alertaram a liderança de um aliado fundamental no Oriente Médio que o presidente Donald Trump poderia autorizar uma ação militar contra o Irã “já neste domingo”.
De acordo com múltiplas fontes citadas pelo Drop Site News em 31 de dezembro, os aliados foram informados de que, se os EUA decidirem prosseguir, os ataques poderiam começar no início de fevereiro, como parte de um planejamento mais amplo que iria além de atingir os programas nuclear e de mísseis do Irã, incluindo ataques a locais militares e esforços visando desestruturar o IRGC e sua liderança sênior.




