Política internacional

Irã desmantela máquina de guerra dos EUA no Oriente Médio

Agora sob o comando do novo Líder da Revolução, Aiatolá Saied Mojtaba Khamenei, as forças iranianas intensificaram a Operação Promessa Verdadeira 4

Em 10 dias de guerra, as forças armadas da República Islâmica do Irã, lideradas pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (CGRI), executaram uma sequência de operações militares que resultaram no desmantelamento da infraestrutura de guerra dos Estados Unidos e de “Israel” em todo o Oriente Médio.

A Operação Promessa Verdadeira 4, lançada em reação à agressão sionista e imperialista, atingiu seu décimo dia com resultados que marcam a maior derrota dos Estados Unidos em décadas.

O principal pilar da dominação norte-americana — a vigilância e os ataques por veículos aéreos não tripulados (VANTs) — sofreu um golpe devastador. Relatos confirmados por oficiais militares citados pela CBS News indicam que o Irã abateu 11 VANTs MQ-9 Reaper, avaliados em mais de 330 milhões de dólares.

Além da destruição física de grande intensidade, o Irã ainda demonstrou sua capacidade de combate na guerra cibernética. O grupo hacker Handala vazou identidades completas, endereços e registros de 50 pilotos de F-35 e F-16. A exposição desses oficiais, responsáveis por ataques contra civis, demonstrou a capacidade da resistência de penetrar nas camadas mais profundas da inteligência de “Israel”.

Somado a isso, o comando militar iraniano anunciou a destruição de 10 sistemas de radar avançados dos EUA no Golfo Pérsico. O General Reza Khajeh, da defesa aérea iraniana, afirmou que a estratégia de “cegar o inimigo” foi bem-sucedida, destruindo mais de 196 aeronaves de diversos tipos em operações recentes. Sem a cobertura de radar, as bases norte-americanas e postos militares israelenses tornaram-se vulneráveis a ataques de precisão.

A gravidade dos danos às bases militares foi indiretamente confirmada por uma medida comercial sem precedentes: a empresa norte-americana Planet Labs, sob orientação do governo dos EUA, impôs um blecaute de 14 dias em imagens de satélite do Oriente Próximo. A medida visa ocultar o estado de destruição em bases fundamentais para o imperialismo, como Al-Udeid (Catar), a sede da 5ª Frota (Barém) e a base de Al-Harir (Iraque), todas atingidas por ondas de mísseis Fatá, Khaybar Shekan e Khorramshahr 4.

O General Ali Mohammad Naeini, porta-voz do CGRI, descreveu a situação como caótica para as tropas de ocupação:

“Soldados norte-americanos estão deslocados e vagando pelas cidades da região, fugindo das bases em busca de refúgio em hotéis, enquanto usam populações civis como escudos humanos.”

O Irã anunciou ataques coordenados contra refinarias de petróleo e depósitos de gás na zona portuária de Haifa, paralisando o abastecimento energético de “Israel”. Na capital Telavive, as sirenes de alerta não param de soar, e o exército sionista admitiu que mísseis iranianos — incluindo os hipersônicos Fatá — atingiram alvos estratégicos em apenas 7 minutos, desmoralizando ainda mais o sistema “Domo de Ferro”.

No campo econômico, o Irã impôs um novo protocolo de navegação no Estreito de Ormuz. O comando da Marinha do CGRI declarou que nenhuma embarcação vinculada aos agressores (EUA e “Israel”) terá permissão de trânsito. A eficácia do bloqueio pode ser vista diretamente na reação do mercado financeiro.

O custo da guerra para os Estados Unidos ultrapassou os 10 bilhões de dólares em apenas algumas horas de operação intensiva. O Secretário de Energia, Chris Wright, protagonizou um incidente diplomático ao publicar — e depois apagar — uma informação falsa de que a Marinha dos EUA teria escoltado com sucesso um navio petroleiro pelo estreito. A Casa Branca (sede do governo) classificou a publicação como um “erro de digitação”.

A agressão imperialista também deixou nesses dias um rastro de crimes de guerra contra o povo iraniano. Em Minab, um ataque nas primeiras horas de agressão, atingiu uma escola primária, resultando no martírio de 165 crianças. Após mais de uma semana de guerra, foi constatado que o ataque foi realizado com mísseis Tomahawk, o que comprova a participação direta dos Estados Unidos neste crime contra a humanidade. Recentemente, o Ministério da Saúde iraniano e a Cruz Vermelha relatam danos em mais de 19.000 edifícios civis e locais de importância cultural, como o palácio Chehel Sotun em Isfahan.

A resposta interna, contudo, foi de coesão. Na terça-feira (9), milhares de iranianos foram às ruas para jurar lealdade ao novo Líder da Revolução Islâmica, Aiatolá Saied Mojtaba Khamenei.

O isolamento dos EUA também se manifesta politicamente. Países vizinhos, como o Paquistão e o Iraque, enviaram mensagens de apoio à nova liderança iraniana, enquanto o governo iraquiano proibiu formalmente o uso de seu espaço aéreo para ataques contra o Irã. Dentro dos próprios Estados Unidos, figuras como o senador Rand Paul e o apresentador Tucker Carlson questionaram abertamente a legitimidade e o custo financeiro de uma guerra que, segundo eles, “não vale a pena ser lutada”, expondo a impopularidade da guerra mesmo entre setores mais próximos ao trumpismo.

Nas últimas 24 horas, as forças iranianas intensificaram a Operação Promessa Verdadeira 4.

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