Neste domingo (8), o portal de notícias Resumen Latinoamericano publicou uma matéria revelando que os Estados Unidos estariam por trás de um gigantesco “plano terrorista” para atacar o norte do Iraque através de túneis secretos. O plano envolve o grupo terrorista Estado Islâmico.
“Falando da província de Al-Anbar (oeste do Iraque) no sábado à agência de notícias Al-Maalomah, uma fonte revelou a frustração com um grande plano terrorista que estava atacando as províncias do norte a partir da Síria, por meio de rotas subterrâneas internas, preparadas de forma organizada para infiltrar as forças de segurança e lançar ataques contra o Iraque, de acordo com um plano dos EUA”, informa o Resumen Latinoamericano.
Ainda de acordo com a fonte, “forças americanas ocultaram deliberadamente um grande túnel subterrâneo que liga a área de Qamishli, na Síria, à província de Erbil (no norte do Iraque), de onde grupos terroristas pretendiam atacar as províncias do norte e do sul”. A fonte explicou que “a rota subterrânea descoberta é de mão dupla e foi projetada por empresas americanas especializadas em construção subterrânea, a um custo que excede a capacidade de grupos terroristas como o Estado Islâmico”.
Já segundo uma fonte ligada às forças de segurança na província de Al-Anbar, as Unidades de Mobilização Popular (Al-Hashad Al-Shabi, em árabe) também prenderam, no sábado (7), um “membro proeminente” do Estado Islâmico após detectá-lo perto da faixa de fronteira com a Síria, a oeste de Al-Anbar.
Por outro lado, não é segredo que o governo norte-americano tem transferido centenas de detidos do Estado Islâmico da Síria para instalações “seguras” no Iraque. No sábado (7), um novo grupo de 250 prisioneiros do grupo entrou no Iraque vindo da Síria sob a proteção de um grande comboio americano, informou uma fonte de segurança local.
A fonte acrescentou que “este grupo é considerado perigoso porque inclui líderes condenados à morte” e enfatizou que “as forças de segurança iraquianas tomaram todas as precauções para lidar com as implicações desses movimentos para a segurança e a estabilidade das áreas fronteiriças com a Síria”.
Toda essa situação mostra que o imperialismo, mesmo em crise, continua atuando de forma contínua. É importante ressaltar que Síria e Iraque fazem fronteira com o Irã.





