O que realmente interessa a qualquer candidato presidenciável?
Atender aos interesses da população ou dar continuidade a um cenário sistêmico que favorece secularmente o imperialismo e suas ramificações?
A “infusão de sobrevivência” na veia da população é o único diferencial durante a corrida do ouro presidencial. Atualmente, o povo geme. Porém, se a direita assumir o controle, também haverá muito choro.
Pé-de-Meia, Bolsa Família, anistia, Desenrola: são itens servidos na bandeja da propaganda eleitoreira.
As notícias a seguir demonstram o quanto o jogo político é leonino: “A campanha de Flávio Bolsonaro já conta com o apoio de Ronaldo Caiado em eventual segundo turno. Na possibilidade de um segundo turno, certamente estaremos juntos para combater o adversário comum, independentemente de quem estiver na disputa”, disse à coluna o senador Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio.
O imperialismo sempre está no seu trono, e os seus fantoches apenas cumprem a demanda. O que sobra para o povo? A escravidão, o descaso e a famigerada desigualdade entranhada nos editais dos escassos concursos que ainda soçobram, exibidos pela indústria dos canais que buscam seu lucro com qualquer retórica falseada de cursos milagrosos.
A fantasia presidencial a ser escolhida na próxima eleição vestirá a mesma desestrutura que criou calabouços e leis que lançaram seus regimentos seletivos por municípios, estados e sistema federal, com garantias pífias, como aposentadorias medíocres, de um a dois salários mínimos. Isso é a ausência de paridade grassando…
Veja bem, o RIOPREVIDÊNCIA, o Instituto de Previdência do Estado do Rio de Janeiro, além de todos os escândalos que envolvem o Banco Master e possivelmente incluem o ex-governante, recentemente está obrigando o servidor mal remunerado do estado a ter mais uma “dor de cabeça”: ter que entrar pelo GOV.BR para ver um simples contracheque. Nem todos os funcionários podem ter certificado digital…
Mas este tipo de matéria não interessa ser pautado por canais travestidos de igualitários. Ainda bem que o DCO prima pela defesa do operariado com garras revolucionárias. Foca no fato com o “bom senso” crítico; afinal, o Diário Causa Operária não funciona como “assessor de imprensa” do governo, seja ele quem for.
“A militância do Partido da Causa Operária (PCO) aprovou a pré-candidatura de Rui Costa Pimenta à Presidência da República nas eleições de 2026. A oficialização ocorreu na 38ª Conferência Nacional do partido, realizada em São Paulo, indicando também Antônio Carlos Silva como pré-candidato a vice.”
Em meio à turba de anacrônicos felinos e voluntariosos, que mastigam o povo, surge uma figura humana que traz nas mãos a batuta da equidade. Ele entra na arena ensanguentada para domar os leões audazes e neoliberais com a foice, o martelo e a coerência.





