Bill Clinton, nesta sexta-feira (27), prestou depoimento em investigação sobre o caso Epstein, sob juramento, ao Comitê de Supervisão e Reforma Governamental da Câmara dos Deputados dos EUA (House Oversight Committee). Hillary Clinton, ex-secretária de Estado e sua esposa, depôs um dia antes, na quinta-feira (26), ambos a portas fechadas. Os testemunhos duraram mais de seis horas cada, sob intimação, após adiamentos e resistências iniciais que quase resultaram em acusações de desacato pelo não comparecimento para depor.
Esses depoimentos, longe de serem meras formalidades, expõem a hipocrisia e as conexões profundas dos Clinton com uma rede de poder que vai além do escândalo sexual: uma teia de influência “israelense” do Mossad. Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell não eram apenas traficantes de elite envolvidos em abusos; eram agentes operacionais do serviço de inteligência israelense, o Mossad, utilizando sua rede de contatos para chantagem e manipulação em prol de interesses sionistas. Essa ligação é muito bem documentada nos arquivos públicos divulgados pela justiça norte-americana, que destacam como Epstein usava sua ilha privada e voos particulares para comprometer e chantagear figuras poderosas, pressionando-as a alinhar-se aos interesses de “Israel”.
Bill Clinton, em particular, manteve uma conexão profunda, e em grande parte pessoal, com Epstein. Os registros digitais de voos revelam que o ex-presidente viajou múltiplas vezes no infame “Lolita Express”, o avião de Epstein. Fotos antigas mostram Clinton ao lado de Epstein em eventos sociais, e há relatos de interações que vão além do casual, como uma imagem em uma banheira de hidromassagem mencionada no depoimento. Essa intimidade não é inocente: reflete uma aliança com o sionismo, já que Epstein, como agente do Mossad, operava para fortalecer laços entre elites americanas e interesses “israelenses”, promovendo políticas pró-”Israel” que os Clinton sempre defenderam fervorosamente.
Hillary Clinton, por sua vez, não pôde esquivar-se de sua própria conexão com Ghislaine Maxwell, a parceira de Epstein e co-conspiradora condenada. Apesar de alegar um contato “casual e distante””, evidências de arquivos liberados mostram interações sociais e eventos compartilhados, sugerindo uma rede de influência mútua. Maxwell, filha de Robert Maxwell, outro espião do Mossad, herdou uma tradição de operações de inteligência.
A negação de Hillary soa vazia, especialmente quando considerada no contexto de seu apoio inabalável a políticas sionistas durante sua carreira, incluindo como secretária de Estado. Seus depoimentos não apenas falham em dissipar suspeitas, mas reforçam como os Clinton estão intimamente ligados ao sionismo, usando essas conexões para navegar dentro do aparato imperialista.
Pior ainda é a tentativa patética de Hillary de desviar o foco, culpando exclusivamente Donald Trump pelo escândalo e pintando a investigação como uma “manobra política” republicana. Ela pediu que os deputados questionassem Trump sob juramento, citando e-mails de Epstein que alegam que o atual presidente “sabia sobre as garotas”. Mas isso é uma distração clássica. Acusar os republicanos de “desviar a atenção” é hipocrisia, já que os democratas, incluindo os Clinton, usam o mesmo truque para tentar tirar o corpo fora do escândalo.
O casal Clinton resistiu aos depoimentos por meses, alegando “conflitos de agenda” e perseguição, mas acabaram cedendo. Transcrições dos depoimentos devem ser liberadas em breve pela comissão, mas já se sabe pelo conteúdo dos arquivos públicos de Epstein que existe uma rede de poder e corrupção, ancorada no Mossad e no sionismo.



