Diante dos brutais ataques desferidos pelo imperialismo norte-americano contra o povo venezuelano e, por consequência, contra os povos dos países sul-americanos e todos os povos oprimidos do mundo inteiro, com o sequestro criminoso do presidente Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026, a Corrente Sindical Nacional Causa Operária – Bancários em Luta vem manifestar seu apoio total e incondicional ao presidente eleito democraticamente pelo povo venezuelano, Nicolás Maduro, e à Venezuela, contra mais essa ofensiva reacionária do imperialismo, que, por meio de métodos de manipulação política e de agressão militar, tenta se apropriar das riquezas naturais daquele país e subjugar os povos da América Latina e do mundo pela força.
Bancários em Luta, na esteira da luta dos povos oprimidos contra a opressão dos países imperialistas — luta indissociável da atuação do Partido da Causa Operária (PCO) — reafirma seu apoio incondicional. Como fez, por exemplo, em relação ao Hamas, em sua luta de resistência palestina contra o Estado sionista de “Israel” e os países imperialistas, da mesma forma se solidariza com a Venezuela diante dos recentes ataques perpetrados pelas tropas do Estado norte-americano contra os venezuelanos e contra seu representante supremo, Nicolás Maduro, legítimo representante do povo venezuelano, eleito democraticamente.
Até o fechamento desta matéria, na categoria bancária — cuja totalidade, isto é, mais de 100 sindicatos, é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT) —, apenas o Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro divulgou uma nota em “apoio ao povo venezuelano”, conforme segue:
O Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro se solidariza com a Venezuela e o povo venezuelano, repudia o ataque à soberania do Estado venezuelano e, por isso, denunciamos a inaceitável agressão por parte do governo americano.
Não é de hoje que o povo venezuelano sofre com os bloqueios e embargos norte-americanos, que provocaram um êxodo de 7 milhões de pessoas.
O governo Trump, ao atacar a Venezuela, dá mais uma demonstração de total desprezo pelas regras do direito internacional e pela soberania de um país independente, e não disfarça sua intenção de se apoderar das riquezas naturais, em especial do petróleo venezuelano.
Não há preocupação com a democracia na Venezuela, mas tão somente interesse político, com a intenção de colocar no poder um governante subserviente a seus interesses econômicos.
A captura e o sequestro do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, inclusive levando-os para fora do país, constituem algo igualmente inaceitável.
Pelo respeito à autodeterminação dos povos.
Em defesa da soberania da Venezuela.
Pela liberdade de Nicolás Maduro e Cilia Flores.
É necessário organizar, imediatamente, uma campanha na categoria bancária, no sentido de levantar uma luta em defesa da Venezuela e de esclarecer os trabalhadores bancários de que a luta pela soberania venezuelana é uma luta de todos os trabalhadores do mundo inteiro, contra a opressão imperialista que tenta, de todas as formas, explorar e expropriar povos inteiros e toda a classe trabalhadora.
O presidente Nicolás Maduro não foi “capturado”, como trata a imprensa venal capitalista, como se fosse um criminoso. Foi sequestrado, de maneira criminosa, para tentar impor, pelo imperialismo, uma política que satisfaça os apetites dos grandes banqueiros e capitalistas imperialistas.





