A monarquia marroquina permanece como um dos mais sólidos instrumentos de dominação imperialista no norte da África. Sob o comando de Mohammed VI, o regime sustenta uma estrutura profundamente autoritária, concentrando riquezas, poder político e controle militar nas mãos da família real, enquanto milhões de trabalhadores marroquinos enfrentam desemprego, pobreza e repressão.
Apresentado internacionalmente como aliado estratégico do Ocidente, Marrocos serve aos interesses das potências imperialistas, garantindo estabilidade para negócios estrangeiros e cooperação securitária, ao custo da perseguição sistemática de opositores, jornalistas e militantes republicanos.
A falsa imagem de modernização encobre um sistema baseado na exploração social, censura política e manutenção de privilégios feudais. A luta do povo marroquino não é apenas contra uma monarquia, mas contra toda uma engrenagem de submissão econômica e política.
Somente a organização popular, revolucionária e internacionalista poderá romper com esse regime e abrir caminho para uma verdadeira emancipação democrática e social em Marrocos.




