Oriente Médio

Pelo menos 20% dos israelenses deslocados estão desempregados

Um terço das famílias israelenses teve uma redução na renda desde o início do conflito, sendo que, no norte do território ocupado, a queda chegou a 44%

Metula (em português, Bela Vista) é uma pequena cidade histórica de “Israel”, situada na ponta norte do Estado sionista. Encravada entre o sul do Líbano e o oeste da Síria, Metula foi atingida por cerca de 2.200 foguetes, morteiros e mísseis desde o início da guerra entre o Hamas e “Israel”, em 7 de outubro de 2023. Setenta por cento de suas residências foram danificadas pelos projéteis disparados pelo grupo Hesbolá, a partir do território libanês.

A população, que era de 1.740 pessoas em 2022, fugiu em massa.

O governo israelense quer que os colonos retornem às suas casas, mas eles se recusam. Liderados pelo prefeito Davi Azulai, os colonos do assentamento de Metula entraram com uma petição na Suprema Corte de “Israel” na semana passada para serem excluídos da ordem de retorno emitida pelo governo sionista.

Eles argumentam que os riscos na região ainda são altos, a infraestrutura do local está comprometida e suas residências foram severamente afetadas. O caso de Metula reflete a crise em “Israel”, onde um quinto dos colonos israelenses que foram obrigados a abandonar seus assentamentos após a Operação Dilúvio de Al-Aqsa perdeu seus empregos, evidenciando o impacto econômico do genocídio em Gaza.

A maior parte do norte de “Israel” permanece vazia, e apenas 39% dos israelenses deslocados retornaram aos seus assentamentos. Além disso, 19% dos trabalhadores que viviam nessas áreas ficaram sem emprego desde o início da guerra, enquanto outros 3% foram convocados para o serviço militar da reserva.

Um terço das famílias israelenses teve uma redução na renda desde o início do conflito, sendo que, no norte do território ocupado, a queda chegou a 44%, impactando especialmente os setores do turismo e da agricultura. O Banco de Israel detectou uma grave desaceleração da economia, prevendo um crescimento de apenas 1% em 2024, devido ao aumento dos gastos militares e à escassez de mão de obra, particularmente na construção civil.

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