Em mais um ato heroico de resistência anti-imperialista, o exército iemenita demonstrou na manhã deste domingo (30) sua firme disposição em apoiar a luta do povo palestino, atacando com sucesso o Aeroporto Ben Gurion, na região ocupada de Jafá, e confrontando diretamente as forças navais dos EUA no Mar Vermelho. A operação, realizada com mísseis balísticos Zulfiqar, marca mais um capítulo na crescente ofensiva iemenita contra o inimigo sionista que oprime Gaza.
O porta-voz das Forças Armadas do Iêmen, Brigadeiro Iahia Sari, anunciou que o míssil lançado “atingiu com sucesso seu objetivo”, desafiando as afirmações do regime sionista de que teria interceptado o projétil. As sirenes soaram em várias cidades próximas a Al-Quds (“Jerusalém”) e em assentamentos ilegais na Cisjordânia, evidenciando o pânico entre as forças de ocupação. “Esta operação confirma o fracasso da agressão americana em impedir o Iêmen de continuar suas operações de apoio ao povo palestino oprimido”, declarou o comunicado militar iemenita. “As dezenas de ataques diários não nos deterão de cumprir nosso dever religioso, moral e humanitário.”
O ataque ao principal aeroporto de “Israel” não é apenas um ato simbólico, mas um golpe estratégico contra a logística do regime sionista, que depende da infraestrutura aérea para manter sua máquina de guerra. O Iêmen, mesmo sob bloqueio e bombardeios constantes dos EUA e da Arábia Saudita, prova que a resistência armada é a única resposta efetiva à opressão imperialista.
Horas antes do ataque a Ben Gurion, as forças iemenitas já haviam enfrentado diretamente a marinha dos EUA, alvejando o porta-aviões USS Harry S. Truman e outros navios de guerra americanos no Mar Vermelho. Utilizando mísseis de cruzeiro e drones de fabricação nacional, o Exército Iemenita demonstrou sua capacidade de desafiar a maior potência militar do mundo em defesa da Palestina. “O povo iemenita não mudará sua posição pró-Palestina, não importa quão extensa seja a agressão militar dos EUA”, afirmou um representante do movimento Ansaralá (Hutis), reafirmando o compromisso inabalável do Iêmen com a resistência islâmica.
Desde o início da nossa fase do genocídio em Gaza, em outubro de 2023, o Iêmen tem sido um dos principais atores na luta contra o sionismo e o imperialismo, bloqueando portos de “Israel” no Mar Vermelho e causando perdas econômicas bilionárias ao regime de Telavive. Suas ações têm sido um exemplo de solidariedade concreta, não apenas em palavras, mas em atos de guerra que enfraquecem diretamente o inimigo.
Enquanto o imperialismo continua armando “Israel” e financiando o massacre em Gaza e na Cisjordânia, o Iêmen, mesmo sob um cerco brutal, se levanta como um farol da resistência. As manifestações massivas em Saná no Dia Internacional de Al-Quds (28 de março) comprovam que o povo iemenita não se curva às ameaças imperialistas.
De modo geral, todo e qualquer trabalhador oprimido pelo imperialismo deveria saudar a bravura do Iêmen e reafirmar que a única solução para a Palestina é a continuação da luta armada até a libertação total. A resistência islâmica, representada pelo Hamas, Hesbolá, e agora pelo Iêmen, é a verdadeira vanguarda contra o colonialismo sionista e contra o imperialismo em todo o mundo.
Enquanto os EUA e “Israel” tentam sufocar Gaza, o Iêmen responde com mísseis. Enquanto o imperialismo tenta isolar a resistência, o povo iemenita mostra que a solidariedade internacional não é apenas um discurso, mas uma prática combativa. Eles são o exemplo a ser seguido. A luta organizada e armada pode derrotar o sionismo e o imperialismo.