Nesta quinta-feira (27), a ONG israelenses Yad Ezra v’Shulamit divulgou dados que expõe o tamanho da crise econômica que assola “Israel”, crise decorrente da guerra contra a Palestina.
Segundo a organização, um terço das famílias israelenses estão vivendo abaixo da linha da pobreza. Tendo como principal atividade fornecer auxílio para famílias israelenses necessitadas, a ONG está tendo que fornecer cerca de 12 mil cestas de alimentos semanalmente, fornecimento este dependente, em grande parte, de doações.
Conforme levantamento feito por outra ONG israelense, a Latet, houve uma diminuição em 70,9% de doações a entidades de ajuda alimentar, sendo que 94,2% não estão recebendo apoio do governo para lidar com a crise econômica e alimentar resultando da guerra genocida contra a Palestina.
Já ao final de 2024, a Latet constatou que 678.200 famílias (22,3%) e 2.756.000 indivíduos (28,7%) estavam lutando contra a pobreza, incluindo 1.240.000 crianças (39,6%), conforme noticiado pela emissora libanesa Al Mayadeen. Neste ano, a situação piorou para 32,1% da população em geral, e para 65% dos israelenses beneficiários de assistência social, chegando a um ponto que 52,6% dos idosos que recebem auxílio do governo estão na extrema pobreza, dos quais 32,8% passam fome.
Além dos dados citados acima, foi constatado também que 46,7% das crianças israelenses tiveram sua condição psicológica afetada pela guerra genocida de “Israel”, sendo que houve queda no rendimento escolar de 44,6%.
Não bastando, 68,6% dos israelenses que recebem assistência social enfrentam problemas psicológicos. No que se refere aos seus problemas econômicos, 70,8% tem dificuldades em comprar medicamentos necessários.
A enorme crise econômica por qual “Israel” passa é decorrência direta da guerra genocida que ela travou contra o povo palestino, na tentativa (fracassada) de derrotar o Hamas e demais organizações da Resistência. Fato fundamental no agravamento da crise foi a ação do Hesbolá, partido revolucionário libanês, contra os territórios ocupados por “Israel”, especialmente o norte do país artificial.