Neste sábado (1º), as forças revolucionárias iemenitas anunciaram o ataque ao porta-aviões norte-americano “Eisenhower” e a um destróier norte-americano no Mar Vermelho, além de terem alvejado quatro outros navios.
Em declaração transmitida pela televisão, o porta-voz das forças armadas, o Brigadeiro-General Yahya Saree, disse:
“Em apoio ao povo palestino oprimido e em resposta aos crimes do inimigo sionista contra os deslocados em Rafá, na Faixa de Gaza, e como parte da expansão das operações militares na quarta fase de escalada, e em resposta à agressão anglo-americana em nosso país, as forças navais, a força de mísseis e a força aérea de drones iemenitas realizaram seis operações militares.”
O Brigadeiro-General Yahya Saree afirmou que a primeira operação visou o porta-aviões americano “Eisenhower” no norte do Mar Vermelho com vários mísseis e drones, marcando o segundo ataque ao porta-aviões em 24 horas. Ele acrescentou que a segunda operação atingiu um destróier americano no Mar Vermelho, que foi atingido diretamente por vários drones.
Ele observou que as outras quatro operações visaram navios pertencentes a empresas que violaram a decisão de proibir a entrada nos portos palestinos, incluindo o navio “MAINA,” que foi alvo de duas operações no Mar Vermelho e também no Mar Arábico. A terceira operação visou o navio “ALORAIQ” no Oceano Índico, e a quarta operação visou o navio “ABLIANI” no Mar Vermelho. As operações alcançaram seus objetivos com sucesso e os alvos foram atingidos de forma precisa e direta.
O porta-voz enfatizou que as forças armadas iemenitas continuarão a realizar suas operações militares em apoio ao povo palestino oprimido e para enfrentar a agressão anglo-americana no Iêmen, ressaltando que não irão parar essas operações até que a agressão cesse e o bloqueio ao povo palestino na Faixa de Gaza seja retirado.
O Comando Central dos EUA no Oriente Médio (CENTCOM) afirmou que, na sexta-feira (31), interceptou quatro drones lançados pelos iemenitas, sendo três no Mar Vermelho e um no Golfo de Áden, e um quinto drone caiu no mar.
No mesmo dia, um ataque deixou 16 mortos e 30 feridos no Iêmen. Os revolucionários culparam diretamente o imperialismo norte-americano e o imperialismo britânico.



