Editorial

A liberdade de expressão naufraga no Brasil

No Brasil a censura contra os que denunciam o estado sionista corre a passos largos sem que nenhuma atitude contra isso seja tomada pelo governo brasileiro.

Acompanhando a escalada da censura no mundo todo, em um momento em que até mesmo a suposta inabalada democracia norte-americana está publicamente descobrindo o véu que esconde a sua verdadeira face, no Brasil a censura também continua se aprofundando.

Assim como nos Estados Unidos, no Brasil a perseguição àqueles que defendem a Palestina e denunciam o sionismo atingiu níveis verdadeiramente aberrantes.

No Brasil depois da censura à rede de canais do Partido da Causa Operária, o partido que mais luta em defesa da Palestina e particularmente da sua resistência armada no Brasil, teve todos seus canais desmonetizados pelo Youtube. Desta vez, o jornalista Breno Altman, uma voz bastante ativa na defesa dos palestinos, também está sendo caçado pela censura.

Altman é jornalista e militante do Partido dos Trabalhadores, já vinha sendo perseguido pelo sionismo, e acaba de ser condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a retirar do ar uma publicação sua na rede social X na qual o jornalista critica dois lobistas do sionismo no Brasil: Alexandre Schwartsman e André Lajst.

O ataque aberrante à liberdade de expressão contra aqueles que denunciam o genocídio na Faixa de Gaza coloca às claras a verdadeira função do identitarismo, ideologia direitista que este Diário sempre denunciou. É se apoiando na política identitária que os sionistas se sentem à vontade para calar seus inimigos com base em alegações cínicas e mentirosas.

Ao mesmo tempo, em que a censura contra aqueles que denunciam o genocídio promovido por “Israel” na Palestina impera acusando os que denunciam o estado sionista de serem antissemitas, racistas ou coisas do gênero, tanto a justiça brasileira quanto os monopólios da comunicação como o YouTube, jamais censuraram aqueles que defendem o genocídio na Faixa de Gaza.

Publicações que apoiam o estado genocida de “Israel” circulam à vontade pelas redes sociais e outros veículos de comunicação da burguesia sem serem nunca obrigados a retratar o seu apoio a tal monstruosidade.

Essa situação coloca às claras que a censura, seja ela justificada por quaisquer motivos, serve apenas e tão somente para perseguir aqueles que lutam contra a monstruosidade imperialista.

Por parte do governo brasileiro nenhuma atitude vem sendo tomada para impedir a completa ingerência sionista dentro do País. É preciso, portanto, mais do que nunca, travar uma luta contra a censura e lutar em defesa dos direitos democráticos da população.

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