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Rio Grande do Sul

A história da maior rebelião do sistema penitenciário gaúcho

Em 1994, ocorreu uma rebelião e tentativa de fuga que marcou a história de Porto Alegre e expôs a situação dos presídios do Estado

Em julho de 1994, a cidade de Porto Alegre era palco da maior rebelião da história do estado do Rio Grande do Sul. A rebelião começou em 7 de julho e durou cerca de três dias, terminando com um policial e quatro presos mortos, além de reféns gravemente feridos. Presos do Presídios Central organizaram uma rebelião enquanto estavam no hospital do presídio armados com arma de fogo e facas, rapidamente tomando 27 reféns.

Com o início das negociações, os presos exigiram a soltura de dois outros presos que estavam em outro presídio do Estado, Dilonei Melara e Celestino Linn, que estavam na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas, o que foi atendido pela polícia. Após a chegada dos presos de Charqueadas, exigiram carros para a fuga, o que também foi atendido após negociação.

Os presos fugiram levando alguns reféns, sendo acompanhados pela polícia. Um dos carros, no qual estava Melara, ao perceber a perseguição, entrou em confronto com a polícia, baleando o então diretor do Presídio Central, Claudinei dos Santos, que morreu. Abandonaram o carro que seguiam e tomaram outro e, em seguida, um táxi. Na fuga, o carro entrou no mais luxuoso hotel de porto Alegre, o Plaza São Rafael, destruindo a porta de entrada que era de vidro.

No final, Melara se entregou e foi preso, outros foram mortos na troca de tiros.

O Presídio Central na época era superlotado e mantinha os presos em condições desumanas, sendo o ambiente ideal para o crescimento de um sentimento de revolta generalizada entre os detentos.

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