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Programa Marxismo

Rui Costa Pimenta fala sobre a história do POR da Bolívia

"Dos partidos que se reivindicavam trotskistas pós-Segunda Guerra Mundial, o POR foi o mais relevante"

Nessa quinta-feira (21), foi ao ar mais uma edição do programa Marxismo. Transmitido todas as semanas às 12h, na Causa Operária TV (COTV), o programa é apresentado por Rui Costa Pimenta, presidente nacional do Partido da Causa Operária (PCO). Seguindo a série sobre o trotskismo, a edição dessa quinta teve como tema a história do POR (Partido Operário Revolucionário) da Bolívia.

Na ocasião, Pimenta, discutiu a relevância do POR da Bolívia para a luta dos trabalhadores, afirmando que ele teve “uma participação significativa na crise política que foi a guerra do Chaco, entre Bolívia e Paraguai”.

“Dos partidos que se reivindicavam trotskistas no pós-Segunda Guerra Mundial, o POR foi o mais relevante. É o que teve maior inserção na classe operária do seu país, além de vitórias na política boliviana.

Guillermo Lora escreveu muitas coisas importantes e o fato dele ter tido essa elaboração de determinados aspectos da vida política é, por si só, uma realização. O POR boliviano nasceu pouco antes da fundação da IV Internacional. Foi fundado por um militante teórico e culto que teve sua formação no Chile, datando de 1936 ou 37, um dos partidos mais antigos que se reivindica trotskista talvez no mundo inteiro.

Eles tiveram uma participação significativa na crise política que foi a guerra do Chaco, entre Bolívia e Paraguai. A derrota boliviano deu lugar a uma mobilização muito grande e, na época, eles incorporaram ao partido o maior líder popular de local da época, dando um desenvolvimento muito grande ao partido”, afirmou Pimenta.

Então, o militante trotskista explicou que, após a Segunda Guerra Mundial, criou-se um ambiente onde a mobilização revolucionária das massas, principalmente nos países mais desenvolvidos, decaiu:

“Significa que você precisaria ter uma organização internacional que estivesse presente nas crises revolucionárias que aconteceram nos países periféricos; China, Índia, Cuba, Bolívia, Vietnã, Coreia. A intervenção revolucionária deveria ter se dirigido por aí.

Onde havia algum grupo da IV Internacional nesses países, eram inexperientes e dirigidos pelo pablismo, ou seja, incapazes de agir nestas situações. A falta de uma política clara diante dos problemas da IV Internacional ou dos grupos que viviam na Europa condenou estes grupos ao nada. Foram escanteados pela realidade”, explicou.

Confira o programa na íntegra por meio do link abaixo:

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