Francisco Weiss

Militante do PCO em São Paulo. Juntou-se ao partido em 2018, em meio à campanha da luta contra o golpe e pelo “Fora Bolsonaro”. É membro da coordenação do Grupo por uma Arte Revolucionária Independente (GARI), além de dirigente do PCO em São Paulo. Apresenta de segunda a sexta o programa Reunião de Pauta na COTV e outros programas do Canal e também da Rádio Causa Operária.

Coluna

Qual a moral que a burguesia tem para falar de fake news?

Após as mentiras espalhadas pela imprensa internacional durante a guerra na Palestina, acusar os outros de fake news se torna algo ridículo

A campanha da luta contra as fake news é um dos maiores fiascos das farsas políticas da burguesia deste último período. Durante um bom tempo, tivemos que aturar aqui no Brasil a patifaria da direita e de alguns setores da esquerda pequeno-burguesa, usando a suposta disposição dos usuários de redes sociais para a mentira como justificativa para a censura e a perseguição à opinião de todos. Isso depois de ter havido uma campanha para censurar os preconceitos e “ismos” – racismo, homofobia, gordofobia, machismo, transfobia e toda uma infinidade de maldades dos seres humanos eram motivos para impedir que se pudesse falar livremente na Internet e em outros meios de comunicação.

Agora, com a quantidade absurda de mentiras propagadas pela imprensa a respeito da guerra na Palestina, se vê o fiasco de toda essa história. As lendas são muitas: bebês decapitados, ataques terroristas em festivais de música, estupro de mulheres, reféns torturados, etc. Hoje, graças à Internet – vítima da tentativa de censura de todo esse setor – se descobriu que é tudo mentira. E agora, como fica a campanha das fake news?

O STF, na última semana, tomou a decisão de que os veículos de imprensa também podem ser acusados de fake news que eventualmente pudessem ser ditas por seus entrevistados. Todos os jornalões se colocaram prontamente contra a decisão – no entanto, quando o mesmo expediente seria aplicado às redes sociais, eles foram a favor. Agora estão provando o “gostinho” do que eles queriam que fosse usado contra o resto da população, os usuários das redes sociais.

Não há nada o que comemorar. Com essa nova decisão do STF, o país se afunda ainda mais na lama da censura. O imperialismo e o sionismo querem calar a população, mesmo que isso inclua punir os próprios jornais da burguesia pela opinião de seus entrevistados. É preciso combatê-los duramente e reivindicar a liberdade de expressão irrestrita.

* A opinião dos colunistas não reflete, necessariamente, a opinião deste Diário

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