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Esquadrão da morte

Polícia promove nova chacina na Bahia

Já são 11 assassinados pela polícia na Bahia

Fim das polícias

Na última sexta-feira (22), a polícia da Bahia matou seis pessoas e prendeu outros 15 suspeitos em uma “mega operação”. A operação, que está acontecendo nas cidades de Salvador e Feira de Santana, conta com mais de 400 agentes. Segundo a polícia, “esse grupo é responsável por mais de 30 homicídios”.

“Nas diligências, 15 homens e mulheres tiveram os mandados de prisão cumpridos e seis resistiram, foram socorridos para o hospital, mas não sobreviveram” – disse a polícia. “Estamos nas ruas, já alcançamos um ótimo resultado, porém a operação não tem hora para acabar”, disse a delegada. “Todos os custodiados foram encaminhados para a sede do DHPP onde ficarão à disposição do Poder Judiciário. Um dos mandados de prisão foi cumprido no Sistema Prisional contra um homicida. Todo material apreendido será encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT)”, afirmou a Civil.

No sábado (23), em Crisópolis, a 212 km de Salvador, mais cinco homens foram assassinados em um suposto conflito com a polícia, somando um total de 11 mortos. Apenas no mês de setembro, 46 pessoas já foram registradas mortas pela polícia.

A “Mega Operação”, batizada pela imprensa burguesa e os policiais, já configura uma nova chacina no país, demonstrando que a população pobre não tem um dia de paz. O esquadrão da morte brasileiro, a PM, age como se fosse o velho faroeste, fazendo “justiça” sem se basear em lei nenhuma. Neste Diário, já foram denunciados os recentes episódios da chacina no Guarujá, este, que foi uma operação com motivação pessoal da ROTA, que ainda está operando a famigerada “Operação Escudo”, com o objetivo de matar 60 pessoas como retaliação pelo assassinato do soldado Patrick Reis que morreu em uma operação com o mesmo pretexto: “O combate ao tráfico de drogas” e outras cenas de violência estatal foram vivenciadas no Rio de Janeiro e na Bahia, um verdadeiro massacre. A polícia brasileira é uma máquina de moer gente pobre, com uma taxa de letalidade sempre batendo recordes, 78% desses mortos são pessoas negras, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Segundo a mesma agência de dados, morrem em média 5000 pessoas por ano, apenas com violência policial, em 2022 o número de assassinatos foi de 6.430 pessoas, isto é, 17 vítimas por dia.

É impulsionada pelos grandes capitalistas um combate ao racismo que consiste em censurar “opiniões racistas” e falar termos “não-racistas”, esse movimento levado adiante no Brasil pelo Ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida, é uma farsa. O verdadeiro racismo é cometido pela polícia fascista brasileira, que é responsável pela morte de gente preta todos os dias. É preciso uma política que combata arduamente o sistema que esmaga a população pobre, ou seja, o judiciário e a polícia. O fim da polícia militar é a verdadeira pauta “anti-racista”.

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