No último sábado (28/01), o Memorial da América Latina, em São Paulo, inaugurou o busto de José Martí no dia em que se comemora os 170 anos do Apóstolo de Cuba. Residentes cubanos, diplomatas, integrantes de movimentos sociais, partidos políticos e figuras do setor cultural do Brasil compareceram para prestigiar o evento, com destaque para a presença do embaixador de Cuba no país, Adolfo Curbelo, e do Cônsul-geral da ilha em São Paulo, Pedro Monzón Barata.
Jorge Damiao, presidente do Memorial, fez um pronunciamento e ressaltou a importância dos dois bustos de pessoas históricas para a América Latina: Simón Bolívar e José Martí. O Memorial da América Latina, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, é uma organização que tem como objetivo a integração política, cultural, social e econômica do continente.
Monzón Barata também falou no evento e destacou o que Martí representa: “O processo encabeçado por Fidel Castro, que levou ao triunfo da Revolução Cubana em 1959, e tudo o que aconteceu posteriormente em nossa ilha, até hoje, se caracterizou, sobretudo, por ter uma influência martiana˜. Ele ainda comentou o seguinte: “Martí foi identificado pela sua obra culta e central, imensa em extensão e profundidade, conceito inflexível de independência nacional, justiça social e solidariedade humana”.
Os militantes do Partido da Causa Operária (PCO) também estavam na inauguração, vendendo tanto o jornal, como o Dossiê Causa Operária, aproveitando para divulgar a política do partido com todos os companheiros que estavam por lá.





