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Crise em Hollywood

Atores podem juntar-se aos roteiristas em greve

O Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA) não avança nas negociações com os grandes estúdios, o descontentamento aumenta a possibilidade do surgimento de uma nova greve

Na sexta-feira passada (30), o Sindicato dos Atores (SAG) e a Associação dos Estúdios e Emissoras (AMPTP) anunciaram a prorrogação das negociações contratuais, adiando a possibilidade de uma greve em Hollywood.

As duas partes concordaram em estender o prazo até 12 de julho, substituindo a data original de expiração do contrato, que era 30 de junho.

Os negociadores das duas organizações dizem que “as partes continuarão negociando sob um bloqueio midiático mutuamente acordado”.

Há temores, por parte dos grandes monopólios, que o sindicato dos atores se junte a uma greve de roteiristas que afetará Hollywood por nove semanas. Os membros do SAG-AFTRA aprovaram uma greve se os negociadores não conseguirem chegar a um acordo.

Seria a primeira greve simultânea de escritores e atores de Hollywood desde a década de 1960, quando os atores e, posteriormente, o presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, lideraram uma greve que forçou os estúdios a capitularem.

Assim como os escritores protestaram por nove semanas, os atores exigiram um aumento para compensar a inflação e dar segurança para seus futuros.

Centenas de estrelas de Hollywood, incluindo Meryl Streep e Jennifer Lawrence, assinaram uma carta divulgada esta semana pedindo aos sindicatos que cheguem a um acordo “transformador”.

As negociações se concentraram em aumentar os salários e redefinir a remuneração residual para acomodar as mudanças no setor.

A compensação residual é a renda que um artista recebe cada vez que o conteúdo do qual participa é repetido. As receitas diminuíram porque as plataformas de streaming não divulgam suas estatísticas de visualização.

Também estão em discussão as audições virtuais que se multiplicaram durante a pandemia, onerando a logística dos atores e os privando do “feedback” que recebem dos diretores, e a expansão da inteligência artificial na indústria.

“Eles podem usar sua imagem para fazer você dizer coisas que não diria ou envolver você em um projeto do qual não quer fazer parte. Temos que garantir que isso não aconteça”, disse Kim Donovan. 52 anos, atriz.

A greve dos roteiristas reduziu drasticamente o número de filmes e programas de TV em produção, mas as ações dos atores podem realmente paralisar tudo.

Alguns reality shows e entrevistas podem continuar, mas eventos como o Emmy Awards, marcado para 18 de setembro, estarão em risco.

A situação escancara a crise do capitalismo norte-americano num ponto importante do aparato ideológico do imperialismo.

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