Dia de Hoje na História

25/11/1845: 178 anos do nascimento de Eça de Queiroz

Ele estudou Direito na Universidade de Coimbra, onde também se envolveu em atividades literárias e artísticas

José Maria de Eça de Queirós foi um dos mais proeminentes escritores portugueses do século XIX, nascido em 25 de novembro de 1845, em Póvoa de Varzim, Portugal. Ele é frequentemente considerado um dos grandes escritores do Realismo na literatura europeia.

Eça de Queirós nasceu em uma família abastada e teve uma educação privilegiada. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, onde também se envolveu em atividades literárias e artísticas. Durante seus anos de estudante, demonstrou um interesse particular pelo teatro e pela escrita, antecipando seu futuro como romancista.

Após concluir seus estudos, Eça de Queirós embarcou em uma carreira diplomática, que o levou a lugares como Inglaterra e Cuba. Essa experiência internacional influenciou sua visão de mundo e se reflete em algumas de suas obras. A exposição às diferentes culturas e sociedades contribuiu para o seu entendimento crítico da natureza humana.

O primeiro romance de Eça de Queirós, “O Primo Basílio,” foi publicado em 1878 e é considerado uma obra-prima do Realismo português. Este romance, juntamente com outras obras notáveis como “O Crime do Padre Amaro” (1875) e “Os Maias” (1888), explorou as complexidades das relações humanas, a corrupção social e as deficiências morais da sociedade portuguesa do século XIX.

Eça de Queirós era conhecido por seu estilo literário refinado, sátira mordaz e críticas contundentes à sociedade de sua época. Ele contribuiu significativamente para a modernização da literatura portuguesa, sendo um dos primeiros autores a introduzir técnicas realistas em seus escritos. Sua obra abordou questões como a demagogia religiosa, a decadência da burguesia e as contradições entre a tradição e a modernidade.

Além de suas realizações literárias, Eça de Queirós também deixou um legado como jornalista, contribuindo para vários periódicos ao longo de sua carreira. Ele faleceu em Paris em 16 de agosto de 1900, deixando para trás uma quantidade significativa de trabalho que continua a ser estudado e apreciado por sua profundidade psicológica, observação aguçada e crítica social afiada. Sua influência perdura, e suas obras continuam a ser lidas e admiradas por leitores em todo o mundo.

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