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Antifascismo

Putin: sem golpe na Ucrânia em 2014, não haveria operação russa

Presidente russo denunciou novamente o golpe imperialista no país vizinho


─ Sputnik News ─ O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta sexta-feira (25) que, sem o golpe na Ucrânia em 2014, não teria havido nenhuma operação especial.

Hoje (25), o presidente russo participou de uma reunião com as mães dos soldados e combatentes da operação especial russa na Ucrânia. Ele falou sobre o conflito e o papel que algumas potências ocidentais desempenham para acirrar as tensões na região.

“Se não tivesse havido um golpe de Estado na Ucrânia em 2014, não haveria hostilidades agora”, disse o presidente russo.

Segundo ele, foi “graças aos esforços” de alguns países, incluindo a Ucrânia, que “acabamos nesta situação”. Putin ainda acrescentou que a operação militar especial está em andamento “porque eles trouxeram isso“.

Ele criticou o caminho tomado pela Ucrânia depois de 2014, principalmente depois que alguns grupos políticos ligados à memória de Stepan Bandera, um notório terrorista alinhado a Adolf Hitler, “assumiram o controle de todas as autoridades e administrações da Ucrânia”.

“E quais são os [grupos] de Bandera? Neonazistas. Bandera era o capanga de Hitler, ele atirou em russos, aliás, e poloneses, judeus, todos ali sob a direção de Hitler, e hoje eles [os nacionalistas ucranianos] elevaram essas pessoas ao posto de heróis nacionais,” disse Putin.

Ainda de acordo com o presidente da Rússia, é contra isso que os militares russos estão lutando hoje na zona da operação militar especial.

Em 2014, após o golpe de estado no país (chamado de Euromaidan, que desencadeou a atual crise de segurança no leste da Ucrânia), os EUA e seus aliados gastaram bilhões de dólares e milhões de horas treinando e equipando tropas ucranianas.

Os Estados Unidos, o Reino Unido e o Canadá treinaram dezenas de milhares de soldados ucranianos ao longo dos anos, entre eles membros da Guarda Nacional — uma controversa força que inclui milhares de combatentes nacionalistas de extrema-direita.

No início desta semana, a ex-chanceler alemã Angela Merkel disse, em entrevista à revista Der Spiegel, não ter recebido com surpresa a notícia do início da operação militar da Rússia na Ucrânia, dado o descumprimento por parte de Kiev dos acordos de Minsk.

Os acordos foram assinados em 2014 e 2015 por Rússia, Ucrânia, República Popular de Lugansk (RPL) e República Popular de Donetsk (RPD) e tinham como objetivo pôr fim aos conflitos armados no leste da Ucrânia.

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