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Carestia

Inflação para os mais pobres é maior devido ao preço da comida

A alta de preços é mais um ataque ao trabalhador. É sempre o mais pobre que paga a conta. Sobre as costas dos pobres é que mais pesa a crise do capitalismo.


Mostrar como a alta dos preços causa um impacto gigantesco para a classe trabalhadora, pois a inflação nesses produtos supera em muito a média que os grandes jornais divulgam.

A imprensa burguesa dá a informação de que a inflação caiu 1,6% pontos em julho porém considerando os pequenos aumentos durante o ano o trabalhador tem a real impressão de que quase tudo aumentou e muito. Como não houve reajuste que acompanhe a inflação a única coisa que se sente é que os aumentos não cessam todos os meses. O que torna qualquer divulgação de queda na inflação como algo que não contribui para nada, a ñão ser para fazer propaganda do governo e dos empresários.

Para os mais pobres a subida dos preços passou de 4 pontos percentuais para 4,3 p.p, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu 10,07% em 1 ano. O Ipea divulgou que para os mais pobres o aumento foi de 10,4%, e para pessoas com renda média-alta a subida nos preços foi de +9,7% em 1 ano. Essa diferença acontece porque enquanto gastam mais com transporte outros gastam mais com alimentos, que tiveram reajuste maior. O pessoal do agronegócio aumentou mais os preços que os produtores de combustíveis. No entando a imprensa burguesa se cala quanto aos latifundiários e põe a culpa na Petrobras.

A queda de 1,6% se torna invisível quando se tem aumento de 10,4% acumulado, e a divulgação pela imprensa burguesa de houve queda é somente mesmo para esconder que o presidente golpista Jair Bolsonaro não fez nada para reduzir os preços dos combustíveis e , retirando a paridade com os preços internacionais, regra colocada depois do golpe de 2016 no governo Dilma Rousseff e mantida pelo governo Bolsonaro, por exigência da burguesia, donde qualquer redução em ICMS pouco influi no preço acumulado em 1 ano, como foi anunciado como ação de Bolsonaro. O governo nada fez para reajustar os salários para acompanhar a inflação.

Conforme dados de 2020 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 92,3% da população brasileira recebem até 3 salários mínimos, equivalente a R$ 3.636 justamente a maior parte da população é que é a mais afetada pelos aumentos dos alimentos, e nem o presidente golpista atua para reduzir os combustíveis e nem mesmo o agronegócio, do qual a candidata da 3a via, Simone Tebet, faz parte, atua para reduzir os preços dos alimentos. Os eleitores sentem no bolso o resultado do golpe de 2016 pelo qual se mantem a política de preços altos pela burguesia, pagamentos de juros dos investidores estrangeiros da Petrobras e redução ou precarização dos salários dos trabalhadores.


COTV

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