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Saúde, educação, comida

Cuba defende os direitos humanos de seus cidadãos

Apesar do bloqueio imposto pelos Estados Unidos faz mais de sessenta anos, que atinge importantes esferas, o governo cubano não cessa de trabalhar pelo bem-estar da população


– Rádio Havana Cuba – O Dia Internacional dos Direitos Humanos, que se comemora em 10 de dezembro, flagrou o mundo com 713 milhões de pobres, mais de 700 milhões de analfabetos e 345 milhões de famintos.

Os dois anos de pandemia da Covid-19 foram um duro golpe aos esforços mundiais concentrados na redução desses flagelos e em favor de garantir essas prerrogativas para todas as pessoas.

No meio de uma difícil situação econômica criada pela incidência do vírus no planeta, mais o endurecimento do bloqueio norte-americano, Cuba não só proporcionou atendimento médico eficiente aos contagiados, mas também manteve programas priorizados de seu sistema de saúde, gratuito e universal desde a vitória da Revolução, em janeiro de 1959.

O acesso ao serviço sanitário, sem nenhuma discriminação, fez com que a expectativa de vida na ilha alcançasse mais de 78 anos.

Igualmente, as campanhas de vacinação a partir de 1960 permitiram que se eliminassem doenças como a paralisia infantil, difteria, tétano do recém-nascido e coqueluche, entre outras enfermidades, que em muitas nações continuam sendo problemas de saúde.

Nestes mais de 24 meses também se buscaram alternativas para garantir o prosseguimento dos estudos em todos os níveis do ensino.

Todas as crianças e a juventude puderam estudar, porque neste país a educação é um direito de todos e uma responsabilidade do Estado.

Organismos internacionais como a UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, e a Cultura-, reconheceram os resultados das políticas de Cuba na área de educação inclusiva e de qualidade.

Cuba exibe um índice de matrícula no ensino fundamental I de 99,7%, e no ensino fundamental II e ensino médio de 90.2%.

Sempre se respeitaram os direitos das pessoas portadoras de deficiência. É vontade política do Estado reforçada pelo novo Código das Famílias, aprovado em julho passado pela Assembleia Nacional do Poder Popular e pela população em referendo realizado em setembro passado.

Este documento, enriquecido com o critério de peritos, legisladores e cidadãos, reforça o afeto, a solidariedade e a proteção dos segmentos vulneráveis da sociedade.

Apesar do bloqueio imposto pelos Estados Unidos faz mais de sessenta anos, que atinge importantes esferas, o governo cubano não cessa de trabalhar pelo bem-estar da população. Além disso, contribui modestamente para que em outras nações as pessoas humildes possam ter acesso a direitos humanos como a saúde e a educação.

* Os artigos aqui reproduzidos não expressam necessariamente a opinião deste Diário

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