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Ucrânia

Bombardeios na região do Donbass

Incêndios e explosões foram relatados na linha de contato na região de Donbass, na Ucrânia


A Milícia Popular da República Popular de Lugansk (LPR) afirmou que o presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, instruiu pessoalmente as forças de segurança ucranianas para o conflito em Donbass.

“O agravamento contínuo da situação está relacionado com a visita de Zelensky à zona da chamada Operação de Forças Conjuntas (operação militar de Kiev em Donbass). Portanto, o presidente da Ucrânia deu instruções pessoalmente para iniciar o conflito”, disse o chefe da Milícia Popular Yan Leshchenko em um comunicado publicado na quinta-feira no canal do Telegram do departamento.

Na quarta-feira, Zelensky chegou em uma visita oficial a Mariupol, onde se dirigiu às forças militares e de segurança para marcar o ‘Dia da Unidade’ da Ucrânia e afirmou que a Ucrânia não tem medo de seus inimigos e pretende se defender. Além disso, o líder ucraniano, segundo relatos da imprensa, realizou uma reunião com embaixadores estrangeiros na cidade. Na quinta-feira, Zelensky partiu em um barco pelo Mar de Azov para a zona de operações militares em Donbass.

Na manhã de quinta-feira, as Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk relataram bombardeios pesados ​​pelas forças de segurança ucranianas, incluindo o uso de armas pesadas. As repúblicas notaram que a situação na linha de contato aumentou dramaticamente.

Incêndios e explosões foram relatados na linha de contato na região de Donbass, na Ucrânia, com as forças de Kiev e aqueles leais às duas autodeclaradas repúblicas separatistas se acusando de agressão horas depois que o Kremlin alertou que novos combates poderiam estar por acontecer.

Líderes da República Popular de Donetsk (DPR) no leste da Ucrânia relataram na quinta-feira que tropas do governo ucraniano atacaram os arredores de seu território. De acordo com o DPR, unidades de Kiev dispararam contra várias cidades e vilarejos usando morteiros de 82 milímetros, granadas de mão e rifles.

As Forças Armadas da Ucrânia relataram posteriormente que um assentamento localizado perto da República Popular de Lugansk, o outro território separatista da região, havia sido atacado e fotografias que circulavam online supostamente mostram um jardim de infância atingido por um projétil do lado controlado pelas forças do governo. As autoridades afirmaram que dois civis ficaram feridos, mísseis atingiram a escola e metade da área ficou sem eletricidade. Os moradores foram evacuados.

Kiev está imersa em uma guerra civil com os dois territórios separatistas desde 2014, quando os separatistas declararam repúblicas independentes após a deposição do então presidente Viktor Yanukovych durante protestos em massa nas ruas. Autoridades ucranianas, juntamente com países ocidentais, acusaram a Rússia de apoiar os rebeldes e alimentar o conflito.

Moscou nega ser parte na guerra e não reconhece oficialmente a República Popular de Donetsk e a República Popular de Lugansk como estados independentes.

Esta semana, no entanto, o parlamento russo votou a favor de uma moção dirigida ao presidente Vladimir Putin que pedia que a Rússia anunciasse seu apoio à independência de Donetsk e Lugansk, com 351 deputados apoiando o projeto de proposta e apenas 16 contrários. Putin disse que é a favor de uma solução diplomática e acredita que os acordos de Minsk devem ser honrados, mas ainda não respondeu formalmente à proposta.

Na quarta-feira, o secretário de imprensa do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que era bastante provável que a Ucrânia buscasse uma solução militar para o conflito. “Chama-se a atenção de nossos interlocutores para o fato de que uma operação militar e uma tentativa de resolver problemas com o uso da força no sudeste são bastante reais” , afirmou. “Essa probabilidade é alta e real.”

Não ficou claro quem realmente atacou primeiro, porém os primeiros relatos que vieram à tona foram das Repúblicas Populares, é sabido também há no local milícias do regimento Azov da Ucrânia, regimento neonazista treinado pela CIA para se infiltrar nos protestos de Maidan em 2014.

Existem relatos do líder da República Popular de Donestk que os grupos estão na linha de contato entre a Ucrânia e Donestk, e que estão recebendo treinamentos de ingleses e do Blackwater, regimento mercenário dos EUA.

É visível a manipulação por parte do imperialismo na Ucrânia para forçar um conflito.

Outra coisa que chama a atenção é o fato de que dois dias após Putin declarar a retirada de tropas da região da Crimeia, território russo na fronteira ucraniana, Zelensky ordena uma investida contra as Repúblicas Populares.

Nós como esquerda revolucionária devemos ficar ao lado das Repúblicas Populares pois toda a ação que Zelensky vem tomando são a mando do imperialismo e essas regiões independentes estão bravamente resistindo às investidas do imperialismo contra seu território.

Precisamos denunciar, pois está claro que o povo ucraniano em sua maioria não fazem ideia de que estão sendo usados pelos EUA e pela OTAN para atacar a Rússia.

Mas ainda não podemos afirmar quem iniciou o ataque, ou quem ordenou ou não os bombardeios, mas podemos afirmar que o imperialismo está em massivo ataque na imprensa golpista para forçar uma guerra entre Ucrânia e Rússia.

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