A ofensiva contra o Talibã continua a todo vapor. Essa semana noticiaram que, no dia 30 de setembro, algumas mulheres estavam protestando e foram dispersadas pelos lideres do Talibã.
A imprensa pró-imperialista continua a sua campanha contra o Talibã. Esses protestos estão longe de serem espontâneos, são mais uma armação do EUA, pois até o nome dado ao movimento cheira à fraude. O protesto foi feito pelo grupo que se chama: Movimento Espontâneo de Mulheres Ativistas no Afeganistão. O nome é absolutamente ridículo e de “espontâneo” o agrupamento não tem nada.
O imperialismo que foi escorraçado do Afeganistão tenta a todo custo desmoralizar o Talibã pela questão das mulheres, como se a mulher no ocidente tivesse todos os seus direitos respeitados.
O levante do Talibã contra o governo afegão surge como uma resposta à crise do imperialismo norte-americano e europeu, que após 20 anos de extermínio e opressão no País, principalmente das mulheres, tomou Cabul.
A libertação do Afeganistão do jugo imperialista é parte fundamental da luta pela libertação mulher. Na luta entre o imperialismo e um país atrasado, os revolucionários, inclusive as mulheres revolucionárias, devem estar ao lado do país atrasado contra o imperialismo. Se a luta contra o imperialismo é dirigida por uma organização política ideologicamente atrasada, isso não altera em anda a essência da questão.
No Brasil as mulheres são agredidas, estupradas e ganhando menos que os homens nos mesmos cargos. O Imperialismo defende um palavrório identitário, que serve apenas para as mulheres da burguesia e da pequena burguesia, mas não adianta nada para as mais afetadas pelo golpe no Brasil são as mulheres negras e pobre.
A luta das mulheres deve ser atrelada à luta política geral, pois direitos básicos como o aborto, direito a creche, licença maternidade nos EUA, a luta da mulher afegã é a luta de todas as mulheres do mundo, é a luta dos oprimidos contra o o imperialismo.




