Assim como no futebol onde cerca de 40 grandes clubes do futebol brasileiro entregaram uma documento à direção de Esporte da Globo, afirmando que se comprometem a realizar um campeonato em 38 rodadas, procurando dar garantias à emissora golpista de que independentemente de quando o futebol volte, os clubes realizarão os jogos referentes ao Brasileirão 2020, procurando impedir o corte de verbas da TV, o que não aconteceu e agora vários clubes iniciaram demissões em seus quadros de funcionários e de jogadores.
Assim também está a ocorrer com outros desportos, entre eles, a maior crise do momento é com a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) não recebeu a parcela remuneratória de maio do contrato com a Rede Globo, que era o maior parceiro econômico da entidade e assim de forma unilateral encerrou antes do prazo previsto o contrato. A emissora através do SporTV, tinha contrato de exclusividade n. Este acordo era atualmente a única fonte expressiva de receita da entidade, levando a CBDA a anunciar esta semana que não tem como pagar os salários dos funcionários e especialistas no mês de maio.
A confederação que já tem prestações de contas rejeitadas com o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e, assim não recebe os recursos da Lei Agnelo/Piva. Para piorar a situação, os cortes e a política privatizante do governo Fascista de Jair Bolsonaro levou os Correios a não renovar o contrato de patrocínio e a CBDA chegou a precisar instaurar o sistema de home office para economizar.
Com a enorme crise financeira, o ex presidente da entidade renunciou e um grupo de voluntários organizados tem publicado mensalmente os demonstrativos financeiros da entidade. Apresentando que em março,a CBDA recebeu R$ 264 mil da Globo, R$ 33 mil de taxas, R$ 31 mil com clínicas e R$ 84 mil de recursos privados do COB e a folha salarial custou R$ 184 mil.
Com o draconiano ataque na véspera, a Globo mostra que controla a grande maioria dos desportos do país e com a crise econômica despejará o prejuízo, sem dó, nas costas desta e de outras confederações olímpicas há um ano das Olimpíadas adiadas do Japão, o ônus da crise.




