A esquerda de Miami: 5 vezes que pensamos que o PSOL foi “Made in USA”

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1.”Viva a Lava Jato”

 

Nas manifestações coxinhas que aconteceram durante todo o golpe de Estado, um dos eixos era a defesa de Moro e da Lava Jato. A operação golpista foi o jeito que o imperialismo encontrou para perseguir seus inimigos políticos – o PT e a burguesia nacional – e poder controlar toda a economia brasileira.

Desde os primórdios, o PSOL apoia esta operação golpista, a qual eles – não sabemos se por inocência ou cinismo – atribuem o selo de “grande lutadora contra a corrupção”, assim como a direita coxinha: o Movimento de Esquerda Socialista (MES), corrente interna do PSOL, publicou várias matérias em apoio ao espetáculo da direita golpista armado para prender os dirigentes petistas, chegando a dizer que as arbitrariedades cometidas por Moro são meros “excessos compreensíveis”. Quando Eduardo Cunha foi preso como um pretexto para a prisão de Lula, Luciana Genro, dirigente desta corrente, publicou em seu Twitter uma grande declaração de amor ao golpe de Estado, com as palavras de ordem, que também poderiam ser muito bem usadas pelo Partido Democrático de Clinton, “Viva a Lava Jato” e “A Lava Jato deve seguir, doa a quem doer”.

Esta operação é tão golpista e suas motivações tão pró-imperialistas que seus defensores ou são os próprios imperialistas norte-americanos, ou espiões norte-americanos, ou agrupamentos políticos norte-americanos naturalizados brasileiros.

2. As bombas jogadas pelo imperialismo na Síria são revolucionárias

Outro motivo que nos leva a pensar que o PSOL seria um partido controlado pelos norte-americanos é o apoio deles à intervenção dos EUA e da OTAN na Síria.

“Assad genocida”, “Viva à Revolução Síria” entre outras formas de campanha na linha da grande imprensa imperialista foram ditas por este Partido.

O PSOL, assim como o PSTU, apoiou o genocídio brutal dos Estados Unidos ao “terrorismo” em defesa do que o imperialismo chama de “democracia”, inventando, inclusive, que existiria uma “revolução” na Síria. Digno de uma esquerda coxinha. Logicamente que o vocabulário “revolucionário” serve para esconder uma política 100% pró-imperialista.

 

3. Antes da “revolução síria”, os revolucionários de farda já batiam às portas do Egito

O PSOL deve ser muito revolucionário, vê revoluções em todos os lugares.

Assim como no Brasil, onde o PSOL viu a “massa cheirosa” que veio do Morumbi e figurava os grandes carnavais coxinhas em defesa do golpe e de intervenções militares, também apoiaram a luta da grande “massa” que, segundo a grande propagadora de mentiras BBC, passava de 20 milhões no Egito, em 2012.

Neste país, o PSOL caracterizou grandes potenciais revolucionários, impulsionados pelos militares que, ao mesmo tempo, eram impulsionados pelos EUA, que financiou a tal “massa cheirosa”.

A “Revolução Egípcia” do PSOL terminou, para alegria tanto deles quanto do imperialismo, na derrubada do único governo eleito no País e, no lugar, emergiu uma ditadura militar que o PSOL confundiu com uma espécie de ditadura do proletariado (!).

O saldo da “revolução” do PSOL e dos EUA é que a ditadura militar no Egito se tornou uma das mais sanguinárias do mundo.

4. Até governo derrubado por neonazistas é revolução para o PSOL

O intertítulo não é sensacionalista. Sim! é verídico.

Em 2014, neonazistas financiados pelos EUA derrubaram o então governo ucrâniano. Os fascistas fizeram uma onda de manifestações que levou às ruas o pior tipo de direita. Como para o PSOL todo o tipo de manifestação é significado de ascenso revolucionário – seria interessante ver a opinião dos psolistas sobre a marcha da família – e sua fé na propaganda imperialista é incondicional, caracterizaram também os golpistas na Ucrânia como “grandes revolucionários” e a derrubada do governo por eles como uma revolução. Para dizer isso é necessário ser um seguidor muito elevado do imperialismo.

5. Frente única entre Obama, Serra, Macri e… PSOL: contra o “autoritarismo” venezuelano

Há tempos, desde o fracassado golpe de 2002 contra Hugo Cháves, o imperialismo busca meios de derrubar o chavismo na Venezuela, um governo nacionalista-burguês que tem interesses contraditórios aos dos norte-americanos.

No congresso, impulsiona uma das direitas mais nojentas da América Latina, responsável, por exemplo, pelo caracaço, que deixou centenas de mortos em Caracas em um protesto contra o aumento das passagens do transporte público no fim dos anos 80. E por sua imprensa, ataca o governo de Maduro o chamando de “autoritário”.

Na frente contra o “autoritarismo” do governo venezuelano estão os governos imperialistas “democráticos”, suas ONGs, sua imprensa (no Brasil, liderada pela Globo) e… o PSOL: Jean Willys, deputado federal pelo partido, publicou em sua página no Facebook um artigo contra o governo “autoritário” de Maduro, juntando-se à Globo, BBC, Financial Times e outros capachos imperialistas em defesa do golpe na Venezuela.

Esse são apenas alguns dos exemplos de que o PSOL, assim como a classe média coxinha da qual ele faz parte como uma ala “esquerda rosa”, é um grupo de adoradores do imperialismo, com mentalidade e ideologia fabricada nos escritórios de Washington.

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3 Comentários

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